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    Guia da Culinária Ogra - 195 Lugares Para Comer Até Cair

    André Barcinski

    Editora Planeta
    2012
    112 páginas
    3h 44m
    ISBN-10: 8576658577
    Português Brasileiro
    3.9
    67 avaliações
    Leram120Lendo7Querem78Relendo0Abandonos0Resenhas7
    Favoritos1Desejados78Avaliaram67

    Apaixonado por um bom PF de boteco, Barcinski resolveu encarar a empreitada de compilar este guia após notar a grande repercussão que um descompromissado post sobre comida boa e barata havia tido em seu blog (www.andrebarcinski.blogfolha.uol.com.br). Criou, então, um irreverente guia dedicado aos locais que servem culinária "ogra", isto é, aqueles em que os garçons são velhos e feios e não modelos aspirantes a celebridade, ou em que a comida ocupa ao menos 85% da área dos pratos. Os restaurantes foram listados na ordem de preferência do autor, sendo os primeiros de cada capítulo aqueles que Barcinski frequenta mais - e talvez por isso o guia traga tantas pérolas escondidas pelo centro de São Paulo. "O que não quer dizer que os últimos listados não sejam também fantásticos", diz o autor.Irreverente e interessante, cultural e antropologicamente, a publicação reúne a nata dos "mata-fome" da cidade, de acordo com os 10 Mandamentos dos templos ogros expressos por Barcinski no começo do livro-guia. Para facilitar o trabalho dos famintos, os restaurantes foram divididos em dez grupos: 1-PF e almoço, 2-Carnes, 3-Pizzarias e Italianos, 4-Japoneses e Coreanos, 5-Chineses, 6-Nordestinos, 7-Árabes e similares, 8-Lanches e salgados, 9-Petiscos e 10-Étnicos variados. E, apesar de não haver uma classificação por preços, os locais mais caros do guia estão devidamente destacados, já que a grande maioria preza pela filosofia de servir comida de qualidade e com preços justos.

    Resenhas (7)Ver mais
    Renata Siqueira picture
    Renata Siqueira07/01/2013Resenhou um livro
    3 (Bom)

    turismo que vale a pena

    Caros, tive a felicidade de encontrar este livro essa semana e não resisti: adquiri um exemplar para mim e mais dois para presentear. Trata-se de um guia MUITO útil, não só aos paulistanos, mas principalmente, aos “forasteiros” na cidade. Bem que ele já poderia existir à época em que morei na cidade, seria meu guia de sobrevivência gastronômica no local. Quem mora ou conhece Sampa sabe o quanto a cidade pode tornar-se cara e confusa. Somente quem mora lá há muitos anos conhece bem os verdadeiros “achados” da gastronomia, que na minha opinião consiste em um restaurante, não necessariamente chic, que sirva comida boa, a preço justo e em quantidade suficiente para matar minha fome de leão (acreditem, sou mulherzinha mas me alimento como um peão de obra). Pois bem. Para muitos paulistanos acostumados com as opções vastas que a cidade tem a oferecer, pode parecer um pouco manjado, por já conhecerem a maioria dos locais do guia. Mas creiam: quando não se é “nativo”, conhecer tais lugares é missão quase impossível, até mesmo porque a maioria destes restaurantes não chamam a atenção e estão localizados nos lugares menos prováveis. Há, logo no início do livro, o que o autor chama de “Dez mandamentos dos templos ogros”. Esses mandamentos foram decisivos na minha compra, pois eu concordo (muito) com todos eles. Uns dos que eu mais gostei foram: 1. Não pode ter nome começando por “Chez” ou terminando por “Bistrô”; 3. Não pode ter “chef ” e sim “cozinheiro” e 6. Não pode ter “menu” e sim “cardápio” e o mais importante de todos: A comida precisa ocupar 85% da área total do prato. Todos os mandamentos são ótimos, mas não vou ficar aqui compilando o livro. Comprem. (rs) Agora que já possuo meu exemplar, certamente conhecerei alguns dos lugares indicados, em especial os localizados no bairro Liberdade e no velho centro da cidade. Isso que eu chamo de turismo. Melhor que isso só um livro com mais opções (incluindo botecos tradicionais) e índice remissivo (auge da preguiça do ser humano). Acabo de terminar a leitura e constatei que há sim um índice remissivo por região. Portanto, reinvidico apenas uma lista de botecos (maior do que a já existente na seção “petiscos”)

    2 curtidas

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    Avaliações

    3.9 / 67
    • 5 estrelas28%
    • 4 estrelas34%
    • 3 estrelas31%
    • 2 estrelas4%
    • 1 estrelas1%
    André Barcinski profile picture

    André Barcinski

    André Barcinski nasceu em 1968. Foi colunista e crítico da Folha de S. Paulo. Escreveu quatro livros e dirigiu dois filmes. Produz e dirige os programas de TV “O Estranho Mundo de Zé do Caixão” e “Nasi Noite Adentro”, no Canal Brasil. Ganhou o prêmio Jabuti de melhor livro de não-ficção por "Barulho - Uma Viagem ao Underground do Rock Americano" (1992) e o Prêmio do Júri do Festival de Cinema de Sundance (EUA) pelo documentário "Maldito" (1998), sobre o cineasta José Mojica Marins.

    8 Livros
    26 Seguidores

    André Barcinski