Na verdade, essa resenha corresponde a versão americana de quando a li a trilogia, a mais ou menos uns 8 anos atrás e eu readaptei a resenha que escrevi na época. Mas a minha experiência com esse livro especificamente foi tão fantástica que eu precisei tira-la do goodreads e traze-lo para o meu blog. Como a trilogia já foi lançada no Brasil, felizmente hoje em dia muita gente já conhece a história. 'A Oportunista' foi um daqueles livros que me marcou muito. Lembro de tudo nesse livro, inclusive de detalhes o que para mim não é comum acontecer.
É uma montanha russa de emoções e tão cheias de altos e baixos que quando acabei o livro eu não conseguia nem dormir. Esse livro me sugou inteira, tamanho foi o meu envolvimento com a história. É muito louco porque ele evoca todos os tipos de emoções em você, inclusive as negativas, aliás especialmente as negativas. Na maior parte do tempo eu me sentia chateada e frustrada, mas principalmente com raiva. Ele me devorou emocionalmente porque tudo parecia muito real. E ao mesmo tempo, ele é devastador e de partir o coração, e ainda assim extremamente viciante. Ele é como um acidente de trem. Você vê acontecendo, sabe que vai ser trágico, mas não consegue desviar os olhos. Mas calma, isso não quer dizer que a história não tenha final feliz.
Essa aqui é uma história de amor sobre uma garota que no fim acaba sabotando o seu próprio relacionamento com tantos erros e mentiras que no fim torna-se impossível de continuarem juntos. Esse livro vai e volta no o passado e presente. No passado ela conta pelo o seu ponto de vista como ela conseguiu arruinar tudo e no presente a gente vê o universo lhe desafiando com uma nova escolha ou quem sabe uma nova oportunidade!?
"You can only give your heart away once; after that, everything else will chase your first love."
O engraçado é que esses personagens da Tarryn Fisher tem tantas falhas e defeitos que acaba até se tornando meio difícil de se identificar com eles. Mas essa autora é incrível e uma mestra na manipulação de emoções (do leitor). Assim, ela acaba dando um jeito e você percebe que você jamais faria as mesmas coisas, mas com empatia, você consegue entender os personagens, e diante disso, torna-se difícil julga-los.
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