Se não existisse, Deus Ama Homem Mata, essa seria a minha história favorita dos X-Men. Mas tem um detalhe...
Uma coisa que me incomoda na escrita do Claremont, é que metade das falas dos personagens dele são eles explicando os próprios poderes e os dos outros... É bem irritante, mas essa é a única coisa de negativa que tenho para falar...
A trama do passado poderia ter mais destaque, mas era outra época nos quadrinhos, nao julgo. As mentes criativas do Claremont e do Byrne conseguiram montar uma cronologia dos X-Men incrível, onde a humanidade eventualmente conseguiria exterminar os mutantes, e os sobreviventes são segregados e vivem em guetos, gostaria de ver mais dessas cenas e menos tempo no presente, mas é uma história muito muito boa.
O final é melancólico, vemos todas as mortes dos X-Men do futuro, mas não vemos o que acontece depois que a Kitty volta, ja que aquela dor toda foi apagada da existência temporal. Gosto que a história não da um ponto final nesse futuro, deixa em aberto pra sua conclusão do que aconteceu, muito muito bom mesmo