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    Naná (Obras-Primas 35) (Obras-Primas #35) -

    Émile Zola

    Nova Cultural
    2003
    414 páginas
    13h 48m
    ISBN-10: 8513011312
    Português Brasileiro
    3.7
    206 avaliações
    Leram320Lendo28Querem471Relendo2Abandonos26Resenhas15
    Favoritos9Desejados471Avaliaram206

    Integrante de um ciclo de vinte romances, Naná descreve a trajetória da filha de uma lavadeira que, corrompida na adolescência, transforma-se na mais poderosa cortesã do Segundo Império francês. Escrito em 1880, provavelmente este seja o romance mais popular de Émile Zola, e um dos perfis de mulher mais explorados pelo cinema e pela literatura.

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    Carlos Nunes picture
    Carlos Nunes25/03/2021Resenhou um livro
    5 (Perfeito)

    NANÁ, de Emile Zola

    Considerado, juntamente com GERMINAL e A BESTA HUMANA, uma das melhores obras do autor, NANÁ narra os altos e baixos da vida de uma prostituta que, aos poucos, vai dominando toda a sociedade de Paris, não só seduzindo os homens mas também servindo de (mau) exemplo para as mulheres. Um retrato ousado e sem melindres de uma sociedade corrompida e imoral. Passagens chocantes que devem ter trazido muita dor de cabeça ao autor. Ritmo mais lento, mas com alguns trechos cômicos e outros verdadeiramente repulsivos. É um livro com alguns altos e baixos, mas no geral é muito bom, com um final genial. Leitura muito válida.

    27 curtidas

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    Avaliações

    3.7 / 206
    • 5 estrelas24%
    • 4 estrelas32%
    • 3 estrelas30%
    • 2 estrelas11%
    • 1 estrelas3%
    Émile-Édouard-Charles-Antoine Zola profile picture

    Émile-Édouard-Charles-Antoine Zola

    Émile Zola nasceu na capital francesa. Filho do engenheiro François Zola e sua esposa Émilie Aubert, cresceu em Aix-en-Provence, onde estudou no Collège Bourbon (atualmente conhecido como Collège Mignet) e, aos dezoito anos, retorna a Paris para estudar no Lycée Saint-Louis. Devido às complicações financeiras por que passou após a morte do pai, Zola é levado a trabalhar em uma série de escritórios, ocupando cargos de pouca influência. Inicia-se no ramo jornalístico escrevendo colunas para os jornais Cartier de Villemessant's e Controversial. Suas colunas não poupavam críticas severas a Napoleão III - (...) meu trabalho torna-se a imagem de um reinado partido, de um estranho período de loucura e vergonha humanas - e à Igreja - A civilização jamais alcançará a perfeição até que a última pedra da última igreja caia sobre o último padre. A obra de caráter autobiográfico La Confession de Claude (1865), um dos primeiros trabalhos publicados por Zola, atraiu atenção negativa da crítica especializada. O ainda mais criticado Thérèse Raquin, romance lançado no ano seguinte, apresentou uma abordagem inovadora em sua concepção: inspirado pelos estudos científicos da época, Zola propõe não um simples romance, mas uma análise científica pormenorizada do ser humano, da moral e da sociedade. Thérèse Raquin tornou-se, portanto, marco inicial de um novo movimento literário, oriundo da análise científica e experimental do ser humano: o Naturalismo. Em vida, Zola também demonstrou elevado engajamento político. Certamente, seu trabalho de maior influência política foi a carta aberta intitulada J'acccuse (Acuso), destinada ao então-presidente da França Félix Faure. A carta, publicada na primeira página do jornal parisiense L'Aurore em 13 de janeiro de 1898, acusou o governo francês de anti-semitismo por julgar e condenar precipitadamente o capitão Alfred Dreyfus, judeu e oficial do exército francês, por traição em 1894. Émile Zola faleceu em 29 de setembro de 1902 em sua casa em Paris devido à inalação de uma quantidade letal de monóxido de carbono proveniente de uma lareira defeituosa; alguns estudiosos, em razão das misteriosas circunstâncias do ocorrido, não descartam a hipótese de homicídio

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    Émile-Édouard-Charles-Antoine Zola