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    Os Latifundiários -

    Wladimir Pomar

    Pagina 13
    2011
    120 páginas
    4h 0m
    ISBN-13: 9788562508028
    Português Brasileiro
    2.9
    4 avaliações
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    Resenhas (1)Ver mais
    Bianca Lomazzi picture
    Bianca Lomazzi29/12/2025Resenhou um livro
    3.5 (Bom)

    Aprende muito sobre a história do Brasil

    Acho que aprendi mais nesse livro sobre a história do Brasil, do que em qualquer aula na escola, achei um livro tranquilo de se ler, fiz algumas pesquisas sobre movimentos que eram citados mas eu não conhecia, como a inconfidência mineira e a revolução dos alfaiates, dentre outros, aprendi bastante, e no que diz respeito a fatos, é um bom livro, mas quando chega no final o autor começa a colocar a opinião dele pessoal sobre como seria importante uma reforma agrária e como é necessário o governo lula para a tal realização. Eu sou de direita, embora o Brasil tenha sim esse histórico de terras sendo dadas gratuitamente aos nobres portugueses, o tempo passou e nosso país saiu de uma monarquia para um país totalmente capitalista, não acho que sair distribuindo terras que não estão sendo usadas a pequenos agricultores resolveria o problema do país, o problema aqui é que os cidadãos brasileiros estão em grande número dependente de auxílios do governo, e inclusive já muito acostumados a não trabalhar e viver de renda como bolsa família. falo por que conheço gente que quer trabalhar, mas se trabalhar perde o bolsa família, e por isso não trabalha. Penso que dar terreno gratuitamente teria o mesmo efeito na população, o terreno não seria totalmente aproveitado pois quem ganhou não batalhou por ele. acho que uma ideia melhor seria reduzir os custos do terreno, abaixar o preço, para que seja possível pequenos agricultores adquirir, isso envolve não apenas o valor do terreno, mas os impostos sobre o trabalho do agricultor serem cortados, pra que tantos impostos sobre a comida que eles cultivam? é o que penso. se o agricultor paga menos imposto, ele ganha mais, e logicamente terá mais condições de adquirir o próprio terreno e seus maquinários. Penso que um ganho sem esforço envolvido, não terá a mesma satisfação e aproveitamento do que algo que vc conquista com o próprio esforço.

    1 curtida

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    2.9 / 4
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    Wladimir Pomar profile picture

    Wladimir Pomar

    Wladimir Pomar nasceu em Belém do Pará, a 14 de julho de 1936, filho de Pedro Pomar e Catarina Torres. Desde os cinco anos, conheceu a vida da clandestinidade, pela perseguição que a polícia do Estado Novo de Vargas movia às atividades do Partido Comunista do Brasil (PCB), do qual seu pai era membro. Começou a trabalhar aos doze anos, como aprendiz de linotipista, ao mesmo tempo que fazia o ginásio. Depois trabalhou como repórter e redator nos jornais Tribuna Popular e Classe Operária. Foi colaborador do jornal Movimento, diretor do Correio Agropecuário, além de repórter e diretor editorial de Brasil Extra. Adquiriu formação técnica e trabalhou como técnico de planejamento e manutenção de máquinas pesadas da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN), em Volta Redonda (RJ) e Conselheiro Lafaiete (MG). Foi engenheiro de serviços da General Eletric, no setor de locomotivas, tendo trabalhado junto às estradas de ferro Leopoldina (RJ) e Leste-Brasileira (BA). Também trabalhou como engenheiro de manutenção da Cerâmica do Cariri. Militante político desde 1949, quando ingressou no PCB, Wladimir Pomar atuou inicialmente no movimento estudantil secundarista. Em 1951, estudou ajustagem mecânica no Senai, trabalhou na Arno e participou no movimento sindical metalúrgico. Em 1962, fez parte do movimento que deu origem ao PCdoB. Em 1964, foi preso na Bahia, por ação de resistência ao golpe militar. Solto no final deste ano, devido a habeas corpus, foi julgado e condenado à revelia. Depois de 1964, colaborou com a imprensa partidária e desenvolveu suas atividades políticas principalmente no interior de Goiás e do Ceará, aqui entre os sindicatos de trabalhadores rurais. Viveu na clandestinamente até 1976, quando foi preso novamente. Desta vez, durante uma ação militar que assassinou três dirigentes do PCdoB, no bairro da Lapa (SP), um dos quais seu pai. Foi libertado pouco antes da Anistia, em 1979. Pouco depois, desligou-se da direção do PCdoB e ingressou no Partido dos Trabalhadores. Entre 1984 e 1990, integrou a executiva nacional do PT, onde foi responsável pela secretaria nacional de formação política, atividade que acumulou com a coordenação do Instituto Cajamar. Em 1986, participou da coordenação da campanha de Lula a deputado federal constituinte. Durante as eleições presidenciais de 1989, foi coordenador-geral da campanha Lula.

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    Pará, Brasil

    Wladimir Pomar