Simplificando, o problema é que as escolas herdaram e sistematizaram o que é pior na nossa comunidade e na nossa história. O que em outros lugares e destrutivo, mas difuso e se dissolve rapidamente, é organizado nas escolas dentro de currículos e métodos. A interpretação de papéis corrosivos e os sistemas de demanda são tão amplos, tão profundos, que nada realmente humano consegue transparecer, e quando isso ocorre aparece somente como frustração, exaustão e raiva. Não é ensinado aos jovens nem a serem necessários vivos nem a serem livres, pois essas coisas não podem absolutamente ser ensinadas: elas precisam ser vividas precisamente nessas turbulentas relações humanas que as escolas destroem.