Au début de l'histoire, Tintin est à bord de l'Époméo, en croisière à destination de l'Extrême-Orient. À bord, il rencontre un égyptologue farfelu, Philémon Siclone, à la recherche du tombeau du pharaon Kih-Oskh. Il rencontre aussi pour la première fois Roberto Rastapopoulos, un homme très riche et le propriétaire du navire. Tintin devient bientôt la cible d'un homme mystérieux, qui cherche à se débarrasser de lui en faisant croire à la police qu'il transporte de la cocaïne avec lui. Il est arrêté par deux agents de la sûreté, X33 et X33 bis (alias Dupond et Dupont), qui le retiennent prisonnier, avec Milou, à bord du paquebot. Alors que le bateau fait une escale à Port-Saïd en Égypte, Tintin et Milou s'évadent, et ils retrouvent peu après Philémon Siclone. Tintin accepte de l'accompagner au Caire dans son expédition à la recherche du tombeau de Kih-Oskh. Dans le tombeau, Tintin et Milou découvrent de mystérieux cigares, mais sont enlevés… Abandonnés en mer, ils sont sauvés et débarquent en Arabie, où ils sont toujours recherchés par les Dupondt. De là, après plusieurs péripéties, y compris une rencontre avec le cheik, une nouvelle rencontre avec Rastopopoulos - lors de laquelle Tintin et Rastopopoulos deviennent des amis - et une troisième rencontre avec Philémon Siclone qui est alors devenu fou, Tintin et Milou arrivent en Inde chez le maharadjah de Rawhajpoutalah. Ils s'attaquent alors au trafic d'opium et démantèlent en partie un gang de trafiquants. Tintin affronte entre autres un de ses membres les plus dangereux en la personne d'un fakir hypnotiseur. Tintin arrive finalement à arrêter le fakir, qui s'était enfui avec le "Grand Maître". Les deux avaient enlevé le fils du maharadjah. Mais l'identité du chef du gang (autrement dit, l'homme qui a essayé de faire croire qu'il transportait de la cocaïne avec lui sur le paquebot) lui reste inconnue dans tout cet album. Tintin, qui était à sa poursuite, le voit tomber dans un ravin. En réalité, cette intrigue se poursuit dans Le Lotus bleu. À la fin de l'histoire, Tintin découvre que les cigares contenaient l'opium en question.
Les Aventures de Tintin - N° 04 - Les Cigares du Pharaon
Hergé
Melhor do que os anteriores
Esse é a 4° história de Tintim, publicada no Jornal Le Petit Vingtième entre dezembro de 1932 e fevereiro de 1934 e poucos meses depois já foi publicada em formato de álbum. As informações factuais dessa resenha vem do site Tintim por Tintim. Ao terminar a história anterior (Tintim na América), Tintim já estava muito famoso. O objetivo do abade diretor do jornal havia sido alcançado, Tintim era um modelo para os jovens cristãos, sendo bondoso, inteligente e altruísta, acredito que essa fama tenha ajudado Hergé a se tornar mais independente na sua criação, já não dependendo tanto da aprovação do abade, afinal, se ele cancelasse os quadrinhos, sem dúvidas haveriam muitas reclamações por parte dos leitores. Com isso, Hergé ficou livre pra pensar em uma boa história e bom desenvolvimento e menos na mensagem moral ou doutrinadora. Claro, essa história tem uma mensagem antidrogas, mas isso é comum até hoje em dia, e não dá pra dizer que seja uma mensagem ruim, né? (Bem diferente das histórias anteriores.) Uma das inspirações para a história foi a descoberta da tumba de Tutankhamon em 1922 e as mortes misteriosas que ocorreram logo depois. Essa história foi originalmente publicada no jornal com o título As Aventuras de Tintim, Repórter, No Oriente. Quando foi publicado em álbum, já foi por uma editora diferente dos anteriores. O dono da editora Edições Casterman ficou muito interessado pelas histórias de Tintim e fez uma proposta para Hergé, que aceitou. Na publicação do álbum foi alterado o nome para As Aventuras de Tintim, Repórter, No Oriente - Os Charutos do Faraó. Na reedição em 1938, o nome foi alterado novamente para As Aventuras do Repórter Tintim - Os Charutos do Faraó. Em 1942 foi publicada uma nova versão, com uma nova capa, colorida, mais próxima do design atual, e essa versão é raríssima e procurada por colecionadores até hoje. Em 1955 a história ganhou cores e foi revisado e redesenhado e essa é a versão que conhecemos hoje. Esse foi o último álbum de todos a ser republicado colorido. Agora vamos á minha opinião sobre a história. Sem dúvida o ritmo melhorou muito, embora ainda tenham muitas situações improváveis e impossíveis que acontecem pra Tintim se safar de tudo. Apesar disso, temos uma história interessante, com bastante reviravolta. Temos a primeira aparição ativa de Dupond e Dupont, como sempre extremamente atrapalhados. Ainda temos personagens negros estereotipados, infelizmente, mas não vi nenhum engrandecimento do colonialismo, então pelo menos alguns pontos mudaram. Como sempre as culturas orientais são sempre tratadas como algo místico e misterioso, mas isso não é algo particular de Hergé, mas da época em si, os livros da Agatha Christie tem isso também (são da mesma época). Podemos ver uma certa evolução em relação aos álbuns anteriores e isso é bom. Essa história foi adaptada para o desenho animado e embora eu não tenha assistido após ler e a última vez que vi esse desenho foi há muitos anos, ao acompanhar a história eu me lembrava claramente de várias passagens do desenho, então se não é perfeitamente adaptado, chega muito perto, o que sempre é muito legal. Eu amava esse desenho na adolescência e isso que me levou a querer ler os quadrinhos, por isso estamos aqui 15 anos depois hauhsauahsu Acho que esse livro dá pra recomendar por ele mesmo e não pela evolução, vale a pena ler e assistir o desenho.
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