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    Bugres no rio das mortes -

    Willy Aureli

    Editora Clube do livro
    1973
    156 páginas
    5h 12m
    ISBN-1: 0
    Português Brasileiro
    4
    3 avaliações
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    Com nota explicativa de Brunilde Brito (filha do autor)

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    Amapá e Amazônia picture
    Amapá e Amazônia10/01/2018Resenhou um livro
    4 (Muito bom)

    Sumário da obra: 01 - A inúbia dos bororós 02 - O sorriso de Maria Celeste 03 - O prisioneiro dos Bocas-Negras 04 - O amigo Valentim na ubá dos Tapirapés 05 - A carantonha de Trexibé 06 - Hino Nacional na selva 07 - A "água-de-fogo" de Kuriná 08 - No soturno Tapirapés 09 - Onças no pantanal 10 - No rastro dos belicosos índios canoeiros 11 - Soldados de Deus em pleno sertão 12 - Uma planta milagrosa do sertão: o babaçu 13 - Leis e costumes dos garimpeiros 14 - Ritos fúnebres dos Carajás 15 - Multidões de gafanhotos no rio Araguaia 16 - Aranhas, supremo quitute dos índios caiapós 17 - Morcegos no sertão 18 - As lindas mulheres dos índios javaés 19 - Mandioca, pão sagrado do índio e do sertanejo 20 - O rádio ajuda a estabelecer maior comunicação entre os sertanejos 21 - Para onde vai, depois da morte, a alma dos bororós 22 - Coitado de quem se perde na floresta 23 - A Ilha do Bananal e os seus dez mil lagos 24 - A caçada noturna 25 - O verdadeiro sertão está livre das ratazanas Disponível para leitura em:

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    Willy Aureli profile picture

    Willy Aureli

    Willy Aureli foi filho de Augusto Aureli e Luiza Scamperli, e teve um irmão e duas irmãs (Parisina e Fernanda). Foi casado com Nair Pereira de Abreu (1904-1992), com quem teve um filho e uma filha (Brunilde). Willy Aureli começou a trabalhar como jornalista em 1924 no "Jornal da Noite" e "Gazeta do Povo", em Santos. A partir de 1927 passou a trabalhar como chefe de reportagem policial na "Folha de S. Paulo". Trabalhou também nos jornais "A Época", "O Tempo", "Diário Popular", "Diários Associados" e "Shopping News". Em 1937, Aureli fundou a "Bandeira Piratininga", expedição sertanista com o propósito de desbravar os sertões brasileiros. A experiência vivida nessa expedição é narrada em seu livro, Roncador / Expedição à Serra do Roncador, publicado em 1939. Após isso publicou mais nove livros onde narra suas aventuras sertanistas e seu convivío com as tribos indígenas, além de fornecer informações preciosas sobre a geografia, etnografia, flora e fauna do Brasil. Bibliografia 1931 – A tragédia de Ekaterimburgo ???? - O evadido de Cayenna 1939 – Roncador: Jornada da “Bandeira Piratininga” (publicado em 1943 como Expedição à Serra do Roncador) 1940 – Bandeirantes d’oeste 1942 – Sertões bravios 1949 – Léguas sem fim 1952 – Terra sem sombra 1957 – O rio da solidão 1960 – Esplendor selvagem 1963 – Biu Marrandu: Os donos da chuva 1966 – Samaúma 1973 – Bugres no Rio das Mortes Nota: Willy Aureli escreveu notas explicativas para o livro Nas selvas do Xingu (1969), de Ayres Cunha Câmara. Fonte: http://listasdelivros.blogspot.com.br/2013/12/willy-aureli-1898-1968-brasil.html

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    São Paulo, Brasil

    Willy Aureli