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    Da canga ao cangaço - Dias de serra e sertão

    Z.A. Feitosa

    TAL Editora
    2012
    160 páginas
    5h 20m
    ISBN-13: 9788564597143
    Português Brasileiro
    5
    2 avaliações
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    Nesta obra Z.A. Feitosa se utilizou de personagens imaginários e exaltados nas paixões para contar o sucedido com Elvino, o filho mais velho de dona Amorina, que esteve a serviço do cangaço, no sertão nordestino, assim como a guerrear os constitucionalistas, em serras paulistas, no último conflito armado de grande proporção que ocorreu no Brasil.

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    Zeilton A. Feitosa picture
    Zeilton A. Feitosa18/11/2012Resenhou um livro
    5 (Perfeito)

    A memória afetiva de Z.A. Feitosa

    Com desvelado afeto, Z.A. Feitosa conta, nas 160 páginas que com-põem Da canga ao cangaço: dias de serra e sertão, a história da mocidade dum herói muito particular, inspirando-se na vida de seu pai, Etelvino A. Feitosa, que completaria 100 anos de nascimento, oficialmente em 2008, ano em que concluiu a escritura desta obra. Etelvino, que não recebeu em vida nenhuma insígnia honorífica, digna de nota, por sua vontade de luta, nem virou nome de praça ou placa de rua, se tornou um destemido soldado das forças armadas, depois de passar vários anos a serviço da violência do cangaço que reinava no semiárido cearense, vi-vendo em fuga e dormindo no mato para escapar das balas certeiras da polícia. O livro trata da pequena saga desse sertanejo que no verdor dos anos, por força duma sina adversa, trocou o trabalho na lavoura canavieira, nos idos da década de 20, pelas armas e riscos do cangaço. Ao que parece, o destino de Etelvino firmou à revelia um pacto de sangue com a violência das armas, pois para escapar das perseguições aos cangaceiros, deflagradas pelas forças volantes, o protagonista viu-se obrigado a sentar praça no exército. Assim, a poder das circunstâncias, foi que após anos de dedicação à crueldade do cangaço, do qual foi refém, encontrou na infantaria do exército a perfeita identidade para os desejos da alma, lutando nas revoluções de 1930 e 1932, defendendo com bravura, nas forças armadas, ideais que desconhecia. O protagonista da obra, a exemplo de Etelvino, também ficou pouco tempo no exército, porque foi, como muitos, dispensado do serviço militar, terminado o grande confronto armado ocorrido em terras paulistas. Saído do quartel, voltou a ser um pacato homem do interior nordestino, mas guardou na alma o amargor do descaso e declarou, por toda a vida, a honra que sentiu ao formar fileiras no exército deste belo Brasil. Entrelaçando fatos históricos e sobretudo memória afetiva, Z.A. Feitosa teceu uma ficção poética e regionalista, em páginas de rara beleza, que quase se pode ler de forma independente, através das quais reverenciou a figura do pai, dos cangaceiros e dos soldados, que no anonimato dos corações de seus descendentes são cultuados como heróis pelas lembranças de todos os dias. Só compreenderá a devoção, a custo sofreada, das palavras que narram de forma singular a história do cangaceiro que virou soldado, quem tiver sentido um dia o gosto amargoso da saudade. Decerto se deixará envolver pelas emoções, que tingem esta obra com carinhosos matizes, quem deixa o amor vicejar no coração, porque este livro fala direto ao sentimento, o que acontece com toda declaração de amor filial.

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    Zeilton A. Feitosa

    Z.A. Feitosa é o nome literário do escritor e umbandista, Zeilton A. Feitosa, um brasileiro descendente de imigrantes portugueses, oriundos da Freguesia de Feitosa, nascido em Marizópolis, PB, Brasil. Membro, desde 1977, da Casa do Pai Joaquim de Aruanda - CPJA, denominação religiosa voltada para o estudo da Umbanda. Publicou "Da canga ao cangaço", "Borboleta em Cinza", "O íntimo ofício", "Algolagnia", "Asas Queimadas" e "Mulher Macho - sim, senhor!". Destaque-se que a renda obtida com a venda de suas obras é destinada integralmente para a CPJA.

    6 Livros
    4 Seguidores
    Paraíba, Brasil

    Zeilton A. Feitosa