Para os amantes da poesia de Neruda, um percurso delicioso e intimista onde nos podemos encontrar com 'O Homem Invisível ' que "anda de um lado para o outro/ sem tocar no chão/ou sente-se às vezes profundíssimo/ e tenebroso/ (...) que não cabe dentro de si/ enreda-se e desenreda-se/declara-se maldito, /leva a cruz das trevas/ a muito custo/julga-se diferente/; ou participar na 'Ode ao vinho', entrando no cerimonial do "cântico ao fruto".