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    Memórias de uma Menina Católica -

    Mary McCarthy

    Círculo do Livro
    1989
    205 páginas
    6h 50m
    ISBN-1: 0
    Português Brasileiro
    3.3
    48 avaliações
    Leram74Lendo4Querem50Relendo0Abandonos5Resenhas5
    Favoritos2Desejados50Avaliaram48

    Irreverente, iconoclasta, Mary McCarthy é uma das mais destacadas intelectuais norte-americanas dos últimos tempos. Em Memórias de uma menina católica ela conta de que maneira, órfã de pai e mãe, foi educada nos mistérios e rigores da religião católica. Com o fino senso de humor que lhe é peculiar, a autora reconstrói passagens e personagens de sua infância. A pequena Mary não se ilude muito tempo com a comédia dos adultos. Com a crueldade tranqüila das crianças precoces, ela desmascara o teatro que se monta ao seu redor, fazendo desta autobiografia feroz e sutil um dos mais instigantes livros de memória que já se escreveram.

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    Shirlei M. Mello picture
    Shirlei M. Mello25/02/2010Resenhou um livro
    0

    Tentei, tentei, tentei... acho que tentei ler este livro umas 4 ou 5 vezes e nunca consigo passar das primeiras páginas... muito drama, pesado... este abandonei mesmo... foi o primeiro dos meus abandonos... mas com este não quero tentar de novo...

    2 curtidas

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    Avaliações

    3.3 / 48
    • 5 estrelas21%
    • 4 estrelas19%
    • 3 estrelas38%
    • 2 estrelas13%
    • 1 estrelas10%
    Mary Therese McCarthy  profile picture

    Mary Therese McCarthy

    Mary McCarthy é, talvez, uma figura pouco conhecida mas exerceu uma profunda influência na mente colectiva americana. Dela, o que se diz é que teve uma vida "escandalosa", desenvolveu uma amizade forte com essa grande figura do pensamento que foi Hannah Arendt e manteve um longo litígio com Lillian Hellman que durou até à morte desta última. Mas McCarthy não se tornou uma das escritoras e pensadoras americanas mais importantes do século XX, apenas por causa destes "fait divers". Apesar de ter nascido no seio de uma família abastada, as suas primeiras experiências de vida foram dramáticas. Quando tinha seis anos, o pai e a mãe morreram num intervalo de vinte e quatro horas, vítimas de uma epidemia de gripe espanhola. O estilo de agradável que levara até aí, em Minneapolis, desapareceu para sempre. Ela e os irmãos, entregues pelos avós paternos, que eram católicos, ao cuidado de uns tios que lhes deram condições verdadeiramente "dickensianas", passaram cinco anos de verdadeira tortura até à salvação, na pessoa do avô materno, que era protestante e casado com uma judia. Em Seattle, onde passaram a viver, Mary ingressou num elegante colégio católico privado, onde rapidamente se transformou numa "raridade". O seu comportamento e desempenho levaram uma das freiras a fazer a seguinte apreciação da sua precoce aluna: "É exactamente como Lord Byron: brilhante mas pouco consistente". (fonte:http://www.digestivocultural.com/colunistas/coluna.asp?codigo=866&titulo=Mary_McCarthy)

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    Washington, EUA

    Mary Therese McCarthy