A tensão entre as gerações mais jovens e as mais velhas sempre existiu – principalmente na igreja. Temos lutado contra isso há anos, construindo ressentimentos e incapacitando as pessoas envolvidas dos dois lados da briga. Resistimos ao pensamento de que os líderes emergentes e os consagrados podem, e devem, trabalhar juntos. Porém, estes são dias decisivos, e a Igreja precisa de uma liderança benevolente que deseje ir além das dificuldades pessoais e dos estopins emocionais pelo bem de outras pessoas. É necessário que os líderes apaixonados e relacionados, que desejam mentorear e ser mentoreados, sobressaiam-se, deixando um legado para as próximas gerações.
