Entrar
    Book cover
    Compartilhar
    Editar
    • Sinopse
    • Edições1
    • Vídeos0
    • Grupos0
    • Resenhas22
    • Leitores990
    • Similares0
    Skoob logo

    Saiba mais

    Quem somosTermos de usoFale conoscoCentral de ajudaPrivacidade

    Fique por dentro

    Livros em destaque

    Explore

    LivrosAutoresEditorasLeitoresCortesias

    Siga nas redes sociais

    Baixe o app

    Google PlayApp Store

    Poesias nunca publicadas de Caio Fernando Abreu -

    Caio Fernando Abreu

    Record
    2012
    208 páginas
    6h 56m
    ISBN-13: 9788501098146
    Português Brasileiro
    4.4
    230 avaliações
    Leram331Lendo28Querem627Relendo1Abandonos3Resenhas22
    Favoritos76Desejados627Avaliaram230

    Esta é a primeira vez que os poemas de Caio Fernando Abreu são publicados em livro. Muito embora sua consagrada prosa fosse sempre poética, os versos aqui presentes exprimem o lirismo da escrita de Caio de maneira incomparável. Essencialmente viscerais, seus poemas exalam sentimentos: dor, paixão, paixão pela dor, amor, desejo, desejo de amor, solidão, medo, medo da solidão... Um homem que não hesitava sentir e por isso se entregou inteiramente, que não quis ser poeta mas precisou escrever poesia. E escreveu muito. Aqui estão cento e dezesseis poemas, perpassando toda a sua carreira literária, desde a década de 1960 à de 1990.

    Edições (1)

    Ver mais
    • book cover
    Resenhas (22)Ver mais
    Francisco de Assis Pinto Cabral Júnior Rabello picture
    Francisco de Assis Pinto Cabral Júnior Rabello05/08/2020Resenhou um livro
    2 (Razoável)

    O Caio poeta

    Fiquei surpreso quando ganhei o livro, à época não sabia que o Caio tinha escrito poesias. Criei, claro, muitas expectativas. No entanto, ao ler as poesias, a impressão que tive é que ele não se preocupou com estilística, aliás, o estilo residia numa despretensiosa sinceridade alheia às figuras de linguagem. Versos com um drama escancarado de quem sofre. De quem, suponho, até alimenta o sofrimento até as últimas consequências para explorar os seus próprios limites.

    12 curtidas

    Estatísticas

    Avaliações

    4.4 / 230
    • 5 estrelas62%
    • 4 estrelas27%
    • 3 estrelas9%
    • 2 estrelas1%
    • 1 estrelas2%
    Caio Fernando Loureiro de Abreu  profile picture

    Caio Fernando Loureiro de Abreu

    Caio Fernando Loureiro de Abreu nasceu no dia 12 de setembro de 1948, em Santiago, no Rio Grande do Sul. Jovem ainda mudou-se para Porto Alegre onde publicou seus primeiros contos. Cursou Letras na Universidade Federal do Rio Grande do Sul, depois Artes Dramáticas, mas abandonou ambos para dedicar-se ao trabalho jornalístico no Centro e Sul do país, em revistas como Pop, Nova, Veja e Manchete, foi editor de Leia Livros e colaborou nos jornais Correio do Povo, Zero Hora, O Estado de São Paulo e Folha de São Paulo. <br /><br />No ano de 1968 — em plena ditadura militar — foi perseguido pelo DOPS (Departamento de Ordem Política e Social), tendo se refugiado no sítio da escritora e amiga Hilda Hilst, na periferia de Campinas, São Paulo. <br /><br />Considerado um dos principais contistas do Brasil, sua ficção se desenvolveu acima dos convencionalismos de qualquer ordem, evidenciando uma temática própria, juntamente com uma linguagem fora dos padrões normais. <br /><br />Em 1973, querendo deixar tudo para trás, viajou para a Europa. Primeiro andou pela Espanha, transferiu-se para Estocolmo, depois Amsterdã, Londres — onde escreveu Ovelhas Negras — e Paris. Retornou a Porto Alegre em fins de 1974, sem parecer caber mais na rotina do Brasil dos militares: tinha os cabelos pintados de vermelho, usava brincos imensos nas duas orelhas e se vestia com batas de veludo cobertas de pequenos espelhos. Assim andava calmamente pela Rua da Praia, centro nervoso da capital gaúcha. <br /><br />Em 1983 transferiu-se para o Rio de Janeiro e em 1985 passou a residir novamente em São Paulo. Volta à França em 1994, a convite da Casa dos Escritores Estrangeiros. Lá escreveu Bien Loin de Marienbad. <br /><br />Ao saber-se portador do vírus da AIDS, em setembro de 1994, Caio Fernando Abreu retorna a Porto Alegre, onde volta a viver com seus pais. Põe-se a cuidar de roseiras, encontrando um sentido mais delicado para a vida. Foi internado no Hospital Menino Deus, onde posteriormente veio à falecer.

    51 Livros
    1.849 Seguidores
    Rio Grande do Sul, Brasil

    Caio Fernando Loureiro de Abreu