
Era filho de um sacerdote de paróquia. Enquanto estudava em Colônia, foi estimulado pelo estudo dos Pais da Igreja primitiva a fazer uma investigação das Escrituras. De volta a Zurique, uniu-se a Zwínglio no esforço de reformar a igreja (1527). Após a morte de Zwínglio, assumiu a liderança da reforma em Zurique. Com regularidade pregava e ensinava as Escrituras, fazia comentários de livros da Bíblia, escrevia tratados teológicos sobre as questões debatidas em sua época, procurava estabelecer e manter relacionamentos fraternais com os outros cristãos reformados, e escreveu uma história da Reforma, em muitos volumes. Líder hábil e conciliador, que, entre outras contribuições, teve participação destacada na redação do Acordo de Zurique (Consensus Tigurinus, 1549) e nas chamadas Confissões Helvéticas.