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    O Alcorão - Livro Sagrado do Islã

    Maomé- Muhammad

    BestBolso
    2012
    490 páginas
    16h 20m
    ISBN-13: 9788577991686
    Português Brasileiro
    3.8
    8 avaliações
    Leram6Lendo4Querem3Relendo0Abandonos0Resenhas1
    Favoritos0Desejados3Avaliaram8
    Resenhas (1)Ver mais
    Mateus Ferreira picture
    Mateus Ferreira29/05/2025Resenhou um livro
    3 (Bom)

    FINALMENTE

    Finalmente terminei o Alcorão. É um livro extremamente repetitivo, principalmente nas suratas iniciais, as últimas são bem mais curtas e mais bonitas, com muita poesia, voltadas para o fim dos tempos. É muito difícil evitar a injusta comparação do Alcorão com a Bíblia, principalmente por estar habituado com a leitura dela e com as variações de textos que nela se encontram. Mas, entendo que ler em português o Alcorão faz com que grande parte do sentido se perca, em muitos momentos está escrito que é um livro em árabe, para o esclarecimento, ao ouvir as suratas recitadas, pude perceber o quanto é mais bonito e o quanto faz mais sentido para quem ouve. É como se fosse um rito de encantamento que não funciona em outra língua.

    5 curtidas

    Estatísticas

    Avaliações

    3.8 / 8
    • 5 estrelas25%
    • 4 estrelas38%
    • 3 estrelas25%
    • 2 estrelas13%
    • 1 estrelas0%
    Maomé- Muhammad profile picture

    Maomé- Muhammad

    Maomé (em árabe: ? مُحَمَّد, transl. Muḥammad ou Moḥammed; Meca, ca. 6 de Abril de 570 — Medina, 8 de Junho de 632) foi um líder religioso e político árabe. Segundo a religião islâmica, Maomé é o mais recente e último profeta do Deus de Abraão. Para os muçulmanos, Maomé foi precedido em seu papel de profeta por Jesus, Moisés, Davi, Jacob, Isaac, Ismael e Abraão. Como figura política, ele unificou várias tribos árabes, o que permitiu as conquistas árabes daquilo que viria a ser um império islâmico que se estendeu da Pérsia até à Península Ibérica. Não é considerado pelos muçulmanos como um ser divino, mas sim, um ser humano; contudo, entre os fiéis, ele é visto como um dos mais perfeitos seres humanos.[carece de fontes] Nascido em Meca, Maomé foi durante a primeira parte da sua vida um mercador que realizou extensas viagens no contexto do seu trabalho. Tinha por hábito retirar-se para orar e meditar nos montes perto de Meca. Os muçulmanos acreditam que em 610, quando Maomé tinha quarenta anos, enquanto realizava um desses retiros espirituais numa das cavernas do Monte Hira, foi visitado pelo anjo Gabriel que lhe ordenou que recitasse uns versos enviados por Deus, e comunicou que Deus o havia escolhido como o último profeta enviado à humanidade. Maomé deu ouvidos à mensagem do anjo e, após sua morte, estes versos foram reunidos e integrados no Alcorão, durante o califado de Abu Bakr. Maomé não rejeitou completamente o judaísmo e o cristianismo, duas religiões monoteístas já conhecidas pelos árabes. Em vez disso, informou que tinha sido enviado por Deus para restaurar os ensinamentos originais destas religiões, que tinham sido corrompidos e esquecidos. Muitos habitantes de Meca rejeitaram a sua mensagem e começaram a persegui-lo, bem como aos seus seguidores. Em 622 Maomé foi obrigado a abandonar Meca, numa migração conhecida como a Hégira (Hijra), tendo se mudado para Yathrib (atual Medina). Nesta cidade, Maomé tornou-se o chefe da primeira comunidade muçulmana. Seguiram-se uns anos de batalhas entre os habitantes de Meca e Medina, que se saldaram em geral na vitória de Maomé e dos seguidores. A organização militar criada durante estas batalhas foi usada para derrotar as tribos da Arábia. Por altura da sua morte, Maomé tinha unificado praticamente todo o território sob o signo de uma nova religião, o islão.

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