O observador -

    Leonides C. T. Quadra.

    alternativa
    2010
    70 páginas
    2h 20m
    ISBN-1: 0
    Português Brasileiro

    - Ola filho. Um homem de calça Jean, camiseta branca e descalço surgem bem próximo ao seu rosto com um olhar fixo e seus olhos. Sua barba era por fazer e apesar de não ser tão alto a primeira vista parecia um mendigo, com um pulo pra traz proveniente do reflexo do susto ele tromba em seu carro e cai de joelhos nas pedras sentindo muita dor nas costas, joelho e mãos que apoiou nas pedrinhas soltas no chão. Sem se levantar olha para o homem esfrega os olhos como se não acreditasse no que via e olhou com mais clareza, não era um mendigo, aparentava ser um senhor entre 40 ou 45 anos aparentemente atraente. - Você não é o primeiro a se ajoelhar pra mim hoje – Disse o velho com certa seriedade que para o homem de joelhos soou mais como uma provocação. - O que esta fazendo velh... Homem? – disse ao olhar para o senhor a sua frente ainda sem conseguir ver seu rosto direito. Apesar de toda a iluminação era como se uma sombra sempre tapasse os olhos ou a boca ou o nariz de forma que mesmo apertando o olho ele não poderia reconhecer de ou em outro momento. Começou a Levantar. - Você ia dizer velho? Pode dizer. Se soubesse a idade que tenho nem de velho me chamaria, talvez tivesse educação e me chamasse de “senhor” já que é como deveria me chamar. - Muito bem “senhor”, - Falou com desdém - De onde veio tão rápido que não vi chegar? - Vim do céu - Diz o homem Novamente serio que novamente soa como uma provocação aos ouvidos de um bêbado. - Então o “senhor” veio do “céu”! –balança os dedos ressaltando as aspas nas palavras senhor e céu- que original velho, me conta outra. - E vim para levá-lo comigo. - aaaaaaaaaaah então é um seqüestro? Bom nisso você realmente foi original, eu serei o primeiro homem a ser seqüestrado por “deus”? Ah não, não mesmo provavelmente isso acontece todo dia. O que deus faz depois de seqüestrar? Pede resgate ao diabo? - Você também não é o primeiro a zombar de mim hoje – diz o velho – Vocês humanos na são nada originais. Apesar de únicos são todos iguais. Pois lhe dou um ultimo aviso, vim aqui para levá-lo comigo, não vou sem você, caso não aceite quebrarei pela primeira vez a regra do livre arbítrio e você vai se arrepender de todas as palavras que disse até agora em minha presença – a sombra parecia diminuir de seu rosto e sua expressão era aterradora... Descubra o que acontece lendo “O observador”. Livro online disponível no blog: http://demoniosdacultura.blogspot.com.br/

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