«Aquela não era a última das guerras nem uma guerra para acabar com as outras. Chamavam-lhe a Guerra do Sonho Americano. O general Carpenter batia naquela nota e fazia-a soar constantemente. Há generais lutadores (vitais num Exército), generais políticos (vitais numa administração) e generais de relações públicas (vitais numa guerra). O general Carpenter era um mestre em relações públicas. Franco e directo, tinha ideais tão elevados e compreensíveis como as divisas gravadas nas notas. No espírito da América, ele era o Exército, a administração, o escudo e a espada e o braço forte da nação. O seu ideal era o Sonho Americano.»
