Ninguém pede por isso. Mas, francamente, depois de muito tempo sem ou ver todos passando por isso você realmente chega a pedir. Mas quando pedimos, queremos é a parte boa, o frio na espinha, o sorriso bobo, as promessas, carinhos etc. Mas se tem uma coisa que todo mundo sabe é que devemos ter muito cuidado com o que vamos pedir. E isso se refere principalmente a paixão.
Em, Não pedi para me apaixonar, temos uma história contada por um garoto… e mesmo que ele não divida algo básico conosco, como seu nome, ele faz (e ele até mesmo previu isso) com que fiquemos próximos. Ele desabafa, compartilha um pouco do seu passado e como aconteceu seu tal ‘romance’. Apesar de saber que é possível algo do tipo (experiência própria), quando vemos de fora é meio estúpido alguém cair nessa. Infelizmente acontece com ele. Seu passado, para piorar, ainda o assombra, pois se tem algo ruim é alguém que era fechado para o amor, passar a sentir isso e depois sofrer uma ilusão. Alguns casos é até mesmo irreversível, e só quem é muito frio e com coração de pedra para não ficar sensibilizado por alguém sofrendo de amor.
O que precisa ser dito aqui é em como tudo se encaixa e em como esse jovem autor ultrapassou a barreira de promessa. E não é apenas por conhecê-lo que irei dizer isso, mas eu sou uma pessoa muito crítica com tudo. E não, não estudei para isso e nem sei direito como fazer, mas eu faço mesmo assim. Dou opinião de livros, escrevendo sobre eles. E dessa vez afirmo com todas as letras, o Joe Silva conseguiu se superar. Eu sou uma pessoa que há anos tenta entrar no mundo de escrever livros, mas simplesmente não acontece. Eu sei o quanto isso é complicado. Lemos diversos livros, principalmente dos autores que estão tão longe de nós que ai você aceita como se fosse uma ficção escrever um livro, sabe? E esse não é o primeiro livro do Joe que tenho oportunidade de ler, e posso dizer que mesmo com um tema um tanto diferente ele conseguiu essa superação. E ainda utilizar elementos tão essenciais para uma história: raiva, emoção, reviravolta e sucesso.
Meu orgulho explodiu no peito, nos momentos finais do livro, até mesmo com o que aconteceu ao narrador eu pude vislumbrar para o Joe. E, o melhor disso, é que foi não apenas como um sonho distante. A sensação que é possível sim de acontecer (e está próximo) foi o que mais emocionou.
Não posso comentar muito do livro para não acabar contando algo essencial. Mas desejo que todos possam ter uma ideia do que temos aqui. E se o livro bruto (até mesmo sem revisão), sem ajuda profissional já proporcionou isso, imaginem depois?
A partir desse momento também estarei fazendo história (sendo uma das primeiras a comentar sobre Não pedi para me apaixonar) e ajudarei no que for possível para ver o Joe alcançando seu sonho.
Para conhecer mais sobre o livro Não pedi para me apaixonar e o autor, é só acessar a página especial do livro aqui no blog http://danifuller.com/nao-pedi-para-me-apaixonar. Compartilhem nas redes sociais e adicionem o livro e esperamos que muito em breve esteja disponível para todos.