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    Arte e Letra: Estórias S - Revista de Literatura

    Anatole France, H. P. Lovecraft, Graham Greene, Anatole Ramos, Alfred Jarry, Luiz Andrioli, Manuel Rojas

    Arte e Letra
    2012
    104 páginas
    3h 28m
    ISBN-8: 19829221
    Português Brasileiro
    3.5
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    A 19ª edição da publicação trimestral da Arte & Letra apresenta contos do inglês Graham Greene; do norte-americano H. P. Lovecraft; do chileno Manuel Rojas; do indiano Rabindranath Tagore, primeiro não-europeu laureado com o Nobel de Literatura, em 1913; do australiano Henry Lawson; dos francesesAnatole France e Manu Casse; do argentino Pablo Ramos, cuja obra permanece inédita no Brasil; do espanhol Rafael Barret; do francês Alfred Jarry; do tcheco Jan Balabán, inédito até agora no Brasil; e dos brasileiros I. B. Netto e Luiz Andrioli. Fotografias do curitibano Nego Miranda ilustram a edição S da revista, que é contada com as letras do alfabeto, de A a Z, em vez da numeração tradicional. Nesses cinco anos de vida, Arte e Letra: Estórias prezou pela seleção plural de vozes ficcionais das mais variadas idades, gerações e cantos do planeta, aliando autores consagrados e estrangeiros ainda inéditos no Brasil, a prosadores nacionais e também curitibanos. Autores e textos Rabindranath Tagore — “A Volta” Henry Lawson — “Trabalho Sujo” H. P. Lovecraft — “A Coisa na Soleira da Porta” Anatole France — “Fanchon” Pablo Ramos — “Quando o Pior Tiver Passado” Rafael Barrett — “Cinco Contos Breves E Uma Dor Paraguaia” Luiz Andrioli — “A Mulher do Deputado” Alfred Jarry — “A Paixão Considerada Como Corrida de Encosta” Manuel Rojas — “Copo de Leite” Jan Balabán — “A Criança Em Chamas” I. B. Netto — “Agora” Manu Causse — “O Carteiro Não Passou” Graham Greene — “Os Destruidores” Fotografias de Nego Miranda. Tradutores Iara Tizzot Mariana Sanchez Natália Florêncio Luciano Ramos Mendes Amarilis Okida Gonçalves Luana Azzolin Guilherme da Silva Braga Tiago Guilherme Pinheiro Christian Schwartz Sandra M. Stroparo Beatriz Sidou

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    Jacques Anatole François Thibault

    Jacques Anatole François Thibault, mais conhecido como Anatole France (Paris, 16 de abril de 1844 — Saint-Cyr-sur-Loire, 12 de outubro de 1924) foi um escritor francês. De tom céptico, suas publicações obtiveram grande sucesso. Seu primeiro grande êxito foi 0 Crime de Silvestre Bonnard, premiado pela Academia francesa. Outras obras são: Thais, 0 Lírio Vermelho, O poço de Santa Clara, A rebelião dos anjos, etc. Segundo Fulgrosse, durante a guerra Franco-Prussiana (1870-1871), Anatole France participou na defesa de Paris como guarda nacional, integrado na 1ª Companhia do 20º Batalhão da Guarda Nacional do Sena (companhias de guerra), na reserva no reduto de Faisanderie (Joinville-le-Pont) enquanto decorria a batalha de Champigny, foi declarado impróprio ao serviço por ser de fraca constituição e passou a cívil em Janeiro de 1871. Foge de Paris no início da insurreição da Comuna de Paris. Tendo sido primeiramente bibliotecário do Senado, foi eleito para a Academia francesa em 23 de janeiro de 1896, para a poltrona 38, onde ele sucede Ferdinand de Lesseps. Foi recebido na Academia Francesa em 24 de dezembro de 1896. Anatole France apoiou a Émile Zola no caso Dreyfus; ao dia seguinte da publicação do "J'accuse", assinou a petição que pedia a revisão do processo. Devolveu sua Legião de Honra quando foi retirada a de Zola. Participou na fundação da Liga dos Direitos do Homem. Foi laureado com o Nobel de Literatura de 1921, pelo conjunto de sua obra.

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    Jacques Anatole François Thibault