As notas que se vão ler sob o singelo título - HORAS DE PRISÃO, - foram encontrados entre os papéis velhos do bacharel Benjamin Batista, promovido um dia, no Recife, o prisioneiro de guerra, pelo ditador Floriano Peixoto. (...) Escritas, em sua maior parte, debaixo da impressão quente dos acontecimentos, elas têm uma grande sinceridade. E será esse, talvez, o seu único valor. Tudo quanto é sincero, comove e, mesmo que não agrade, deve ser perdoado.
Horas de Prisão - Notas históricas
J. Gonçalves Maia
Imprensa Universitária
1967
130 páginas
4h 20m
ISBN-1: 0
Português Brasileiro
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