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    Arcanum 17 -

    André Breton

    Green Integer
    2004
    192 páginas
    6h 24m
    ISBN-13: 9781931243278
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    Andre Breton wrote Arcanum 17 during a trip to the Gaspe Peninsula in Quebec in the months after D-Day in 1944, when the Allied troops were liberating Occupied Europe. Using the huge Perce Rock - its impermanence, its slow-motion crumbling, its singular beauty - as his central metaphor, Breton considers love and loss, aggression and war, pacifism, feminism and the occult, in a book that is part prose and part poetry, part reality and part dream. In the 17th card in the Major Arcana of the Tarot deck, a naked woman beneath a sky of stars pours water from two urns into water and onto land. This card represents hope, renewal and resurrection - the themes that permeate Arcanum 17. Considered radical at the time, Breton's ideas today seem almost prescient, yet still breath-taking in their passionate underlying belief in the indestructibility of life and the freedom of the human spirit.

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    André Breton

    André Breton foi um escritor francês, poeta e teórico do surrealismo. De origem modesta, iniciou , sem entusiasmo, estudos em Medicina sob pressão da família. Mobilizado para o exército, na qualidade de enfermeiro, para Nantes em 1916, ali trava conhecimento com Jacques Vaché, filho espiritual de Alfred Jarry, um jovem sarcástico e niilista que viveu a vida como se de uma obra de arte se tratasse e que morreu aos 24 anos em circunstâncias bastante suspeitas (a tese do suicídio é controversa). Jacques Vaché, que não mais deixou do que cartas de guerra, teve uma enorme influência no espírito criativo de Breton: enfraquecendo a influência de Paul Valéry e, deste modo, determinando tanto a sua concepção de "Poète" (Le Pohète segundo Vaché), como a de humor e de arte. Em 1919, Breton funda com Louis Aragon e Philippe Soupault a revista Littérature e entra, também, em contato com Tristan Tzara (fundador do Dadaismo). Em Les Champs magnétiques (escrito em colaboração com Soupault), coloca em prática o princípio da escrita automática. Breton publica o Primeiro Manifesto Surrealista, em 1924. Um grupo se constitui em torno de Breton: Philippe Soupault, Louis Aragon, Paul Éluard, René Crevel, Michel Leiris, Robert Desnos, Benjamin Péret. No afã de juntar a ideia de « Mudar a vida » de Rimbaud e a de « Transformar o mundo » de Marx, Breton adere ao Partido Comunista em 1927, do qual será excluido em 1933. Ele vive sobretudo da venda de quadros em sua galeria de arte. Sob seu impulso, o surrealismo torna-se um movimento europeu que abrange todos os domínios da arte e coloca profundamente em questão o entendimento humano e o olhar dirigido às coisas ou acontecimentos. Inquieto por causa do governo de Vichy, Breton se refugia em 1941 nos Estados Unidos da América e retorna a Paris em 1946, onde continuará até sua morte a animar um segundo grupo surrealista, sob a forma de exposições ou de revistas (La Brèche, 1961-1965).

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    30 Seguidores
    Orne, na Normandia, França

    André Breton