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    Slowness -

    Milan Kundera

    HarperCollins
    1996
    156 páginas
    5h 12m
    ISBN-10: 0060173696
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    Two tales of seduction, separated by more than two hundred years, interweave and oscillate between the sublime and the comic in this, Milan Kundera's lightest novel. In the 18th century, the marvelous Madame de T. summons a young nobleman to her chamber and gives him an unforgettable lesson in the art of seduction and the pleasures of love. In the same chat at the end of the 20th century, a hapless intellectual experiences a rather less successful night. Distracted by his desire to be the center of attention at a convention of entomologists, Vincent misses the opportunity to be with a beautiful stranger and suffers the ridicule of his peers. A "morning-after" encounter between the two men brings the novel to a poignant close and provides a unique insight into the different mind-sets of the two centuries. As Vincent prepares to speed off on his motorcycle, he has already obliterated the memory of his humiliation. The young nobleman, on the other hand, relives the delicious pleasures of the night as he lies back on the cushions of his carriage. Ruminating on how the pleasures of slowness have disappeared in today's fast-paced, future-shocked world, Kundera explores the secret bond between slowness and memory and the connection between our era's desire to forget and the way we have given ourselves over to the demon of speed. As provocative as it is entertaining, Slowness is Kundera in top form.

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    Milan Kundera

    Milan Kundera é um autor tcheco. Nascido no seio da erudita família de classe-média do senhor Ludvik Kundera (1891-1971), um pupilo do compositor Leoš Janáček e um importante musicólogo e pianista, o cabeça da Academia Musical de Brno de 1948 à 1961. Kundera aprendeu a tocar piano com seu pai. Posteriormente, ele também estudou musicologia. Influências e referências musicológicas podem ser encontradas através de sua obra, a ponto de poder-se encontrar notas em pauta durante o texto. O autor completou sua escola secundária em Brno, em 1948. Estudou literatura e estética na Faculdade de Artes da Universidade Charles mas, depois de dois períodos, transferiu-se para o curso de cinema da Academia de Artes Performáticas de Praga onde realizou suas primeiras leituras em produção de scrpits e direção cinematográfica. Em 1950, foi temporariamente forçado a interromper seus estudos por razões políticas. Neste ano, ele e outro escritor tcheco - Jan Trefulka - foram expulsos do Partido Comunista Tcheco por "atividades anti-partidárias". Trefulka descreveu o incidente em uma de suas novelas, Kundera usou o incidente como inspiração para o tema principal de seu romance A Brincadeira, de 1967. Em 1956, porém, Kundera foi readmitido no Partido Comunista. Em 1970, porém, foi novamente expulso. Kundera, assim como outros artistas tchecos como Václav Havel, envolveu-se na Primavera de Praga de 1968. O período de otimismo, como se sabe, foi destruído no agosto do mesmo ano pela invasão soviética com exercito do Pacto de Varsóvia à Tchecoslováquia. Kundera e Havel tentaram acalmar a população e organizar um levante reformista frente ao totalitarismo comunista da União Soviética. Permaneceu neste intento até desistir definitivamente, no ano de 1975. Vive na França desde 1975, sendo cidadão francês desde 1980. Seus romances geralmente tratam de escolhas e decepções. Em seus livros é recorrente a crítica ao regime comunista e à posterior ocupação russa de seu país, em 1968, quando foi exilado e teve sua obra proibida na então Tchecoslováquia. Entre outros prémios, Milan Kundera recebeu, pelo conjunto da sua obra, o "Common Wealth Award" de Literatura (1981) e o "Prémio Jerusalém" (1985). Sua obra principal, "A Insustentável Leveza do Ser" ganhou em 1988 uma adaptação para o cinema, sob a direção de Philip Kaufman e com Daniel Day-Lewis, Juliette Binoche e Lena Olin no elenco. Recebeu 2 indicações ao Oscar e reconhecimento mundial. Desde então Milan Kundera nunca mais autorizou a adaptação cinematográfica dos seus romances.

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    Milan Kundera