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    A History of Philosophy - Volume VIII: Modern Philosophy: Empiricism, Idealism, and Pragmatism in Britain and America

    Frederick Copleston

    Image Books
    1994
    577 páginas
    19h 14m
    ISBN-10: 0385470452
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    Conceived originally as a serious presentation of the development of philosophy for Catholic seminary students, Frederick Copleston's nine-volume A History Of Philosophy has journeyed far beyond the modest purpose of its author to universal acclaim as the best history of philosophy in English. Copleston, an Oxford Jesuit of immense erudition who once tangled with A. J. Ayer in a fabled debate about the existence of God and the possibility of metaphysics, knew that seminary students were fed a woefully inadequate diet of theses and proofs, and that their familiarity with most of history's great thinkers was reduced to simplistic caricatures. Copleston set out to redress the wrong by writing a complete history of Western philosophy, one crackling with incident and intellectual excitement -- and one that gives full place to each thinker, presenting his thought in a beautifully rounded manner and showing his links to those who went before and to those who came after him. The result of Copleston's prodigious labors is a history of philosophy that is unlikely ever to be surpassed. ************************************************************************ Concebido originalmente como uma séria apresentação do desenvolvimento da filosofia para estudantes de seminários católicos, os nove volumes de "A History of Philosophy", de Frederick Copleston, têm feito uma jornada muito além do modesto propósito de seu autor até a aclamação universal como a melhor história da filosofia. Copleston, um jesuíta de Oxford de imensa erudição, que certa vez emaranhou-se com A. J. Ayer em um fabulado debate sobre a existência de Deus e da possibilidade da metafísica, sabia que os estudantes dos seminários estavam lamentavelmente supridos de uma inadequada dieta de teses e provas, e que suas familiaridades com a maioria dos grandes pensadores da história estavam reduzidas a caricaturas simplistas. Copleston determinou-se, então, a reparar o erro escrevendo uma completa história da filosofia ocidental, um estalido com incidência e entusiasmo intelectual - e que dá total espaço para cada pensador, apresentando seus pensamentos de forma muito bem arredondada e mostrando suas conexões àqueles que vieram antes e após deles. O resultado obtido por Copleston em seus extraordinários trabalhos foi uma história da filosofia monumental cuja grandeza dificilmente será, algum dia, ultrapassada.

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    Frederick Copleston

    Frederick Charles Copleston foi um padre jesuíta, filósofo e historiador da filosofia, famoso por sua influente obra História da Filosofia (1946-75). Frederick Charles Copleston nasceu a 10 de abril de 1907 nas proximidades de Taunton, Somerset, Inglaterra. Ele foi criado numa família de fé anglicana - seu tio, Reginald Stephen Copleston, foi Arcebispo Anglicano de Calcutá - e foi educado no Marlborough College de 1920 até 1925. Com 18 anos, converteu-se à fé Católica Romana, o que causou diversos problemas com a sua família[1]. Apesar dos protestos iniciais, seu pai lhe ajudou a completar sua educação no St John's College, em Oxford, onde ele estudou teologia de 1925 a 1929. Graduou-se na Universidade de Oxford em 1929[1]. Em 1930, Copleston tornou-se um jesuíta[1]. Depois de estudar em Roehampton por dois anos, ele se mudou para Heythrop, onde, em 1937, foi ordenado Padre Jesuíta no Heythrop College. Em 1938, viajou para a Alemanha para completar sua formação, voltando à Inglaterra pouco antes do início da Segunda Guerra Mundial em 1939. Copleston pretendia inicialmente fazer seu doutorado na Universidade Gregoriana de Roma, mas a guerra tornou seu desejo impossível. Assim, em vez disso, ele aceitou uma proposta de retornar ao Heythrop College para dar aula de história da filosofia pros poucos jesuítas que ali restavam[1]. Enquanto dava aulas no Heythrop College, Copleston começou a escrever sua influente obra História da Filosofia (1946-75), uma obra que, em diversos tomos, apresenta claramente a filosofia antiga, medieval e moderna. Ainda hoje tida em alta estima pela crítica, a História da Filosofia de Copleston tem sido descrita como uma "obra monumental" que "fazia justiça aos autores que discutia, sendo muito mais do que uma obra de exposição"[1]. Copleston alcançou alguma popularidade na mídia quando debateu a respeito da existência de Deus com Bertrand Russell, que foi televisionado pela BBC em 1948. No ano seguinte, debateu o positivismo lógico e a significância da linguagem religiosa com seu amigo A. J. Ayer, da escola da Filosofia Analítica. Ao londo de sua carreira acadêmica, Copleston aceitou um grande número de títulos honorários, como o de Professor Visitante na Pontifícia Universidade Gregoriana de Roma, onde ficou seis meses por anos dando aulas entre 1952 e 1968. Em 1970, ele se tornou Membro da British Academy (FBA) e, em 1972, foi-lhe concedida uma cadeira no Heythrop College. Em 1975, ele se tornou membro honorário do St. John's College de Oxford. Depois de se aposentar oficialmente em 1974, ele continuou a dar aulas. De 1974 a 1982, Colpeston foi professor visitante na Universidade de Santa Clara, e, de 1979 a 1981, ele deu aulas na Universidade de Aberdeen, que foram publicadas sobre o título de Religion and the One. Essas aulas tentaram "retratar os temas perenes em seu pensamento, e de fora mais pessoal que em sua História". Já no fim de sua vida, Copleston recebeu doutorados honoríficos de diversas instituições, incluindo a Universidade Santa Clara, California, Uppsala, e St Andrews[1]. Copleston foi convidado para se tornou membro do Instituto Real de Filosofia e da Sociedade Aristotélica. Copleston morreu a 3 de fevereiro de 1994 no Hospital St. Thomas e Londres aos 86 anos de idade[2]. Além de sua influente obra História da Filosofia (1946-75), uma das contribuições mais significativas de Copleston para a filosofia moderna foi o seu trabalho sobre as teorias de Tomás de Aquino. Ele tentou esclarecer a doutrina de Aquino dos Quatro Caminhos (na Suma Teológica) fazendo uma distinção entre causas in fieri e causas in esse. Fazendo isto, Copleston evidenciou que Tomás de Aquino propôs antes um conceito de um Deus onipresente que o de um ser que poderia ter desaparecido após organizar a cadeia de causas e pô-las em movimento.

    29 Livros
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    Tauton, Inglaterra

    Frederick Copleston