Para quem gosta de conhecer novos textos e novos autores dirigidos ao grupo juvenil, é uma alegria ler os poemas de "Bom mesmo na vida". A poesia de Maria Elisa fala duas "tarefas internas" fundamentais para o crescimento dos jovens: a afirmação da individualidade, a definição do território emocional de cada um, nos poemas I - "Eu"; a relação afetiva com o outro, nos poemas II - "Nós". Poesia delicada, de humor suave, na linguagem do cotidiano, ao mesmo tempo é forte por se enraizar na vida e apontar o encontro ou desencontro, o sentimento que se expõe ou o que se tenta esconder. "Bom mesmo na vida" é ler aquilo que nós gostaríamos de ter escrito! Dulce V. M. Machado
