“Mas o meu nome ninguém vai jogar na lama, diz o dito popular morre o homem fica a fama…”. Está na letra da música de Ataulfo Alves, que caberia perfeitamente como homenagem a Ernesto Che Guevara. Certamente, nestes versos, Ataulfo pensou em homens da estirpe do guerrilheiro, exemplar que não deve ser esquecido. O homem só será imortal se seus feitos forem importantes para outros homens. Che Guevara não fica atrás dos grandes vultos: Iguala-se. Mas para isso precisa que poetas, escritores, cinegrafistas e dramaturgos não permitam que seja apagada a pira. Assim os heróis não mergulharão no ostracismo. Talvez Guevara não tenha vivido para realizar sua utopia, mas continua sendo modelo para muitos idealistas. Talvez Guevara não tenha vivido para realizar sua utopia, mas continua sendo modelo para muitos idealistas. A excelência do texto, aliada às ilustrações primorosas, tornam mais prazerosa a leitura. França convida o leitor a entrar desarmada nessa revolução humanista.
As aventuras do guerrilheiro Che Guevara - Literatura de Cordel
Antônio Queiroz de França
Tupynanquim
2010
32 páginas
1h 4m
ISBN-13: 9788562410147
Português Brasileiro
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