From New York Times and USA Today bestselling author Emily Snow: Sienna Jensen had no plans to return home when she graduated college—but a man from her past is about to change all that. Sienna's dreams lie in California, but when she discovers her grandmother's Nashville home has been foreclosed, she has no other choice but to move back to Music City, where she comes face to face with the flawed, gorgeous man she never thought she’d see again—and who now holds the deed to her grandma's estate. Millionaire rock star Lucas Wolfe is just as surprised to find the outspoken redhead glaring at him from across a courtroom. Both infuriated and intrigued, he still can't forget the night Sienna spent with him, and the chemistry between them is as undeniable as ever. Now, Lucas is determined to do whatever it takes to lure Sienna into his bed, even if that means making a deal with her: if she spends ten days with him, playing by his rules, he'll hand over the deed to her grandmother's home. Though she agrees to the arrangement for her family's sake, Sienna struggles with the promises she's made to herself and a past that still haunts her. Soon, as Lucas's game of seduction continues and Sienna is introduced to his dark, erotic world (and even darker background), she realizes that at any moment, she could be devoured.
Devoured - (Devoured, #1)
Emily Snow
Que bosta de livro. Não sei até agora porque continuei a ler essa merda. Devo ter reiniciado um processo de autopunição literária ou adquiri um gosto meio masoquista pelo sofrimento, sei lá. Sim, acabei de esgangotar minha promessa para 2015 de “menos linguajar chulo vai gerar mais elegância vocabular”, mas definitivamente que não nasci pra isso. Quando me deparo com um troço desses, me sinto na obrigação de descer o nível. Logo, a culpa não é minha por toda essa eloquência insultuosa. Imagina uma história chata. Com um mocinho que é um clichê ambulante e uma mocinha que não sabe se casa ou se compra uma bicicleta? Porra! Não dava pra variar, não? Mocinho tatuado, cantor, arrogante, com músculos de ferro, pinto biônico, que cisma sexualmente com a mocinha sendo que tem toda a piranha a seu dispor já cansou. E essa menina? Que isso? Não tem personalidade alguma. A autora quis criar uma situação tipo “Oh! Vou dar pro cara lindíssimo em troca de recuperar a casa da minha avó. Sou tão, mas tão altruísta... vou me sacrificar pela causa”. Ah, tá. E eu sou o Silvio Santos. E as cenas? Repetitivas, estereotipadas e chatas. Aliás, faço um resumo: O cara: Vou te foder. Mas você vai ter que me implorar. A mocinha: Vou não. Ele: vai. Ela: não vou. Ele: vai. Ela: não vou. Ele: vai. Ela: não vou. Aí, eles se pegam, cria-se um tumulto pós-pegação/coito e blábláblá. Essa sequência se repete por inúmeras vezes. Aí, no final, tem uma confusão, eles se separam, tem um draminha e que o resto da história morra seco e arreganhado. Não tenho paciência pra tanto clichê ruim. Você poderia pensar: nossa! Quanto veneno! Tá de dieta, né? Tô, e isso é algo relevante. Quer dizer, né não. A história é que é medonha mesmo. E eu cansei desses livros que confundem amor com luxúria. Nada contra livro erótico, só tô de saco cheio com esse negócio de os mocinhos ficarem com “te amo forever” sem motivo algum pra tanto. Quer saber? Só recomendo pro moleque da padaria que me dá uma tirada atrás da outra. Fanfarrão. ;)
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