Roustaing é apresentado como um complemento de Kardec. Muitos espíritas aceitam isso e a própria FEB defende essa tese. Se assim é, por que o exclusivismo: "Kardec e não Roustaing"? Luciano Costa escreveu um estudo com a tinta rubra do coração, à luz da prece, da meditação e da razão esclarecida. O autor não é um polemista, mas um estudioso. Quem se recusa a examinar e estudar problemas doutrinários não busca a verdade - foge dela. As gerações de 1940 para cá desconhecem Roustaing e desconhecem Luciano Costa. Mas subitamente Roustaing reapareceu, com a reedição de sua obra e a propaganda que se fez a respeito em todo país. Foi necessário que Luciano Costa reaparecesse também, com sua análise lúcida do roustainguismo, cujos interesses espirituais possuem franco estado de divergência com a codificação espírita propriamente dita.