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    O Túnel do Tempo -

    Adriana Vargas

    Modo
    2013
    340 páginas
    11h 20m
    Português Brasileiro
    4.3
    32 avaliações
    Leram36Lendo4Querem115Relendo0Abandonos2Resenhas9
    Favoritos11Desejados115Avaliaram32

    Para reencontrar seu grande amor, Klaus, Clarice deveria antes, apaixonar-se por Enzo, um francês incomum que lia pensamentos e conversava com seres invisíveis. Tudo acontece entre a paixão sórdida por Enzo em 2012, e o amor torrencial por Klaus, nos anos loucos glamourosos de 1920. Um romance sedutor com foco no sobrenatural, que viaja pelo tempo, deixando marcas profundas em quem se permitir ser conduzido para dentro da trama.

    Edições (1)

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    Resenhas (9)Ver mais
    MIchelle Pestana picture
    MIchelle Pestana23/01/2021Resenhou um livro
    4 (Muito bom)

    Instagram @reading.with.mica

    "There is a place totally unknown to whoever is here, and you will never know what it is like unless you go through the tunnel."

    5 curtidas

    Estatísticas

    Avaliações

    4.3 / 32
    • 5 estrelas59%
    • 4 estrelas22%
    • 3 estrelas13%
    • 2 estrelas3%
    • 1 estrelas3%
    Adriana Vargas de aguiar profile picture

    Adriana Vargas de aguiar

    Nascida em 27 de dezembro em Anápolis, Goiás, veio para Mato Grosso do sul ainda pequena. Começou a escrever desde que aprendeu a ler, pois seus pais compravam enciclopédias infantis ilustradas para incentivar seu gosto pela leitura, enquanto as crianças brincavam no quintal. Imaginava histórias que nunca viveu e as passava para o papel. Esses escritos, porém, eram escondidos debaixo do colchão. Ao serem revelados, venceu o seu primeiro concurso literário aos oito anos de idade, representando seu estado em nível nacional, o que lhe deu a segunda colocação no Concurso Mirim, realizado em 1978. Aos treze anos escreveu seu primeiro romance. No ano de 2000 entrou para a Academia de Direito pela Universidade UCDB, sendo uma das alunas mais aplicadas do curso. Apaixonada por leitura filosófica, procurava por obras de autores como Platão e Hanna Arendt. Encantou-se com os Iluministas e as histórias das antigas civilizações. Participou de projetos, como o incentivo às cooperativas. Dia 10 de Novembro estará recebendo o prêmio INTERARTE, em Goiânia, pelo destaque nacional de seu livro O OITAVO PECADO. Tendo seu nome reconhecido e destacado em placa num museu ligado à arte e cultura na Áustria. Fez Direito pelo senso de justiça que a alimenta e sempre haverá alguma lacuna em suas obras para ressaltar as misérias sociais e a busca por mobilização. Julga-se morta quando se encontra em estado de falta de inspiração. Pretende escrever como amadora durante toda a sua vida, pois somente desta forma consegue se encontrar livre em sua escrita, escrevendo como quer e quando quer, como um mero desabafo do eu interior. Hoje afastou-se das práticas forenses, buscando novos desafios, tendo uma parte de seu tempo dedicado arduamente aos seus livros e leituras de livros como filosofia, sociologia, civilizações antigas e ao trabalho que desenvolve em prol dos novos autores no Clube dos Novos Autores, onde é coordenadora geral. A sua contribuição para com a literatura brasileira é ressaltar os valores escondidos longe da hipocrisia. Fala dos sentimentos como são e da vida como é. Nas entrelinhas de seus escritos estarão ressaltados os valores esquecidos pela marcha do capitalismo emergente. Todos os seus trabalhos são palpados em pesquisa de campo junto à realidade dos comportamentos e traços característicos do que escreve, convivendo com as pessoas e situações. Questionadora por natureza, está sempre em busca de respostas. Tem o ímpeto atrativo em escrever livros inspirados em acontecimentos verídicos. Adriana desenvolveu um estilo literário ímpar, seus livros são marcados por singularidade e inovação linguística. A escritora encabeça a lista de traços inéditos à literatura nacional. O fluxo da consciência indefine as fronteiras entre a voz do narrador e a das personagens, de modo que reminiscências, desejos, falas e ações se misturam na narrativa num jorro desarticulado, descontínuo, que tem essa desordem representada por uma estrutura sintática caótica. Assim, o pensamento simplesmente flui livremente, pois as personagens não pensam de maneira ordenada, e sim, conturbada e desconexa, ou seja, é a espontaneidade da representação do pensamento das personagens que caracteriza o caos de tal marca literária. Aprecia a escrita de romances e discurso interior. Seus livros possuem o dom de nascerem viscerantes – em pouco tempo o leitor torna-se íntimo de suas personagens, criadas com o afã de cavar, no fundo do âmago, o sentimento capaz de dominar, jogar os leitores entre as suas palavras, em uma entrega não somente infinita, mas de profundidade. Este é o modo como vive e se relaciona com a vida. Com participações e menções honrosas em vários concursos literários, acredita neste caminho para galgar as escadas tão dificultosas em um país cuja leitura ainda é um desafio. Impressões do Crítico Literário Bezerra Bernardes.

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    GO, Brasil

    Adriana Vargas de aguiar