A história da briga pela custódia de uma criança contada pelos dois lados: o marido abandonado que cria o filho sozinho durante dois anos, a mãe arrependida que tenta reintegrar-se a vida do filho.
Como literatura, é uma história seca e simples apesar de seu tema. Corman parece ter escrito o livro com o cinema em mente, e o resultado são cenas dramáticas, e no entanto, rápidas.
Há, obviamente, um certo pendor pelo pai, a âncora que permaneceu. Contudo, vale lembrar que ambas, literatura e dramaturgia, tendem a criar histórias de motivação e perdão para os homens, independente de presentes ou ausentes, e de desmistificação e censura para as mulheres na mesma posição.
Entre o livro e o filme, esse é um dos raros casos em que recomendo o último. Tal simplesmente pelas atuações de Dustin Hoffman e Meryl Streep.