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    Triste Fim de Policarpo Quaresma (Quadrinhos Nacional) -

    Lima Barreto

    Companhia Editora Nacional
    2009
    72 páginas
    2h 24m
    ISBN-13: 9788504011333
    Português Brasileiro
    3.4
    24 avaliações
    Leram38Lendo1Querem12Relendo0Abandonos1Resenhas2
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    Transformado em quadrinhos por Lailson de Holanda Cavalcanti, Triste fim de Policarpo Quaresma apresenta uma crítica bem-humorada - e, por vezes, dramática - da sociedade recém-republicana do início do século 20.

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    R . picture
    R .07/03/2020Resenhou um livro
    3 (Bom)

    Coleção Quadrinhos Nacional (Companhia Editora Nacional)

    A adaptação tem resumo bem elaborado do romance (exceto...). São pontos positivos: - o destaque às personagens mais representativas (breve biografia no momento que adentram a história, situando o leitor); - anexo com informações enriquecedoras (autor, contexto de época, dicionário com palavras em desuso, importância do romance, idealizadores da HQ); - e ilustrações simplistas com ótima colorização e eficiência na tradução do texto de Lima Barreto. Policarpo Quaresma é rotineiramente comparado a Dom Quixote, sendo a imagem mais representativa do Cavaleiro da Triste Figura a luta contra os moinhos de vento. Em relação ao "Quixote Brasileiro", acredito que a percepção mais representativa é o ataque das saúvas, em grande impacto quando Policarpo investia na agricultura. Aí está o ponto negativo da HQ, a ausência deste fato. Surpreendente e inadmissível que o episódio não tenha sido referenciado em imagens ou palavras. Falha gravíssima, afinal, é uma das principais frustrações e adversidade do protagonista em suas aspirações no campo.

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    3.4 / 24
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    Afonso Henriques de Lima Barreto

    Afonso Henriques de Lima Barreto (Rio de Janeiro, 13 de maio de 1881 - Rio de Janeiro, 1 de novembro de 1922), melhor conhecido como Lima Barreto, foi um jornalista e um dos mais importantes escritores libertários brasileiros. Era filho de João Henriques de Lima Barreto (mulato nascido escravo) e de Amália Augusta (filha de escrava agregada da família Pereira Carvalho). O seu pai foi tipógrafo. Aprendeu a profissão no Imperial Instituto Artístico, que imprimia o famoso periódico "A Semana Ilustrada". A sua mãe foi educada com esmero, sendo professora da 1ª a 4ª série. Ela morreu cedo e João Henriques trabalhou muito para sustentar os quatro filhos do casal. João Henriques era monarquista, ligado ao Visconde de Ouro Preto, padrinho do futuro escritor. Talvez as lembranças saudosistas do fim do período imperial no Brasil, bem como suas remotas lembranças da Abolição da Escravatura na infância tenham vindo a exercer influência sobre a visão crítica de Lima Barreto sobre o regime republicano.

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    Rio de Janeiro, Brasil

    Afonso Henriques de Lima Barreto