O amor vem de várias formas, nos preenche de maneiras distintas, e devo perguntar: este realiza com sucesso o seu verdadeiro intuito? Digo o amor. Porque quando ele chega não nos traz somente amor? Parei exatamente em certos momentos para questionar-me sobre isso, e acabei tomando uma posição de contra-ataque a este sentimento, que trouxe algumas dores, ilusões, e tantas dúvidas. Retrato de várias maneiras não somente um amor por outra pessoa, amor carnal, passional, e também o amor a si mesmo, o que várias vezes fica oculta quando se está amando outra pessoa. Um conflito com suas ideias com a sua personalidade, está sendo confuso, mas ao entrar neste intervalo, a confusão acaba sendo passageira como qualquer fumaça. O amor em suas várias transformações. Um tempo para refletir o que acontece de forma introspectiva toda esta mistura de sentimentos que se revelam dentro de mim, dentro de ti, dentro de alguém que desconhecemos; sentimentos que se rebatem. Entrei num intervalo em que através de poesias e resenhas, faço relatos de toda está confusão cujo foco principal é o amor, contrariado. Deixei o relógio parar, obriguei-o a deixar-me pensar sem me preocupar com o tempo. Rasguei papéis, amassei... Tantos pedaços de momentos foram para o lixo, histórias que deixaram de ser escritas para outro alguém ler. A partir de um começo as palavras se envolvem se unem e contam em músicas e poesias momentos tristes, alegres, obscenos, da forma que elas quiserem ser transformadas; momentos de pessoas, meus momentos, momentos quiçá. Não me atordoe não me machuque, me dê um tempo, dá-me um intervalo de tempo.
