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    A Noiva Perfeita & Uma Noite No Deserto (To Tame a Playboy #01) - (Hotly Bedded, Conveniently Wedded; Surrender to the Playboy Sheik) Harlequin Modern

    Kate Hardy

    Harlequin/Saraiva
    2013
    320 páginas
    10h 40m
    ISBN-13: 9788539806966
    Português Brasileiro
    3.5
    19 avaliações
    Leram27Lendo2Querem20Relendo0Abandonos1Resenhas1
    Favoritos1Desejados20Avaliaram19

    A NOIVA PERFEITA Alex Richardson leva a vida de um perfeito playboy, pulando dos braços de uma mulher luxuriante e esbelta para outra. Então por que agora ele está interessado em Isobel, sua pequena e curvilínea amiga de longa data? Alex precisa de uma esposa de conveniência, e Bel é sua primeira opção. Chocada com a proposta, ela tem dúvidas sobre esse plano maluco. Mas Alex lhe dá um gostinho de como a química entre eles pode ser explosiva, e ela será incapaz de resistir. UMA NOITE NO DESERTO (To Tame a Playboy #1) Karim al-Hassan pode ter a mulher que quiser, e a pequena e sexy garçonete Lily Finch chama sua atenção. Um olhar leva a um beijo abrasador e, logo, Karim está faminto para se satisfazer com mais um caso passageiro. Na verdade, Lily é mais do que uma garçonete. Bem- sucedida e focada em sua carreira, ela está determinada a nunca misturar negócios com prazer, até que a vagarosa sedução de Karim começa a abalar sua resistência.

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    O que tem na nossa estante picture
    O que tem na nossa estante09/10/2013Resenhou um livro
    3 (Bom)

    A noiva perfeita/Uma noite no deserto

    Pelo preço, pelo material e pelo enredo eu já sabia o que esperar: um romance ruim! Quer dizer, ruim para leitores exigentes, não para uma pessoa doente por leitura como eu! Colocando em prática meus anos de faculdade de Letras eu diria que os dois livros de Kate são péssimos em enredo, narrativa, envolvimento de personagem, ação, espaço e tempo. Enfim, uma porcaria! Agora, levando em conta meu lado doentio, as histórias são ótimas para passar o tempo. Os dois livros fazem parte das séries da Harlequin com escritoras Best Seller do USA Today. No primeiro, “A Noiva perfeita”, Alex propõe a sua melhor amiga, Isobel, em casamento para conseguir um emprego e o relacionamento dos dois muda completamente depois disso, revivendo antigas paixões. Já em “Uma noite no deserto”, o deserto quase não aparece e o enredo é sobre Lily, uma empresária viciada em trabalho que se envolve com o príncipe árabe Karim. Apesar da atração mutua, a diferença de cultura e objetivos de vida acaba atrapalhando o casal. Eu diria que a “A noiva perfeita” é ruim demais! E o fato de Isobel achar que não pode ter filho só porque teve dois abortos espontâneos e nunca ter ido a uma especialista quase me matou com a tentativa de dramaticidade! A premissa do enredo não convence e como os protagonistas eram amigos de infância e só se beijaram uma única vez, a química que de repente aparece me pareceu forçada. Em relação ao espaço e tempo tudo ocorre de maneira tão rápida, com pouca descrição, inclusive sobre os próprios personagens, que impede o leitor de conseguir se conectar com a história ou imaginar os protagonistas. Já em “Uma noite do deserto”, a escritora consegue trabalhar um pouco melhor a história e o leitor consegue ter um pouco mais de apego com os protagonistas. O livro está repleto de clichês!E só para esclarecer, eu não odeio clichês, aliás, acho que romance sem clichê não é romance! Não vejo nenhum problema um autor trabalhar com clichê, mas a diferença entre um bom autor e um péssimo autor é como ele trabalha os elementos mais óbvios. O clichê, por mais esperado que seja em romances podem ser bem trabalhados a ponto de nos envolver, assim como a Meg, a meu ver, consegue fazer em seus romances. Porém, nos caso dos livros de Kate isso não acontece, já que tudo ocorre muito rapidamente, como se ela precisasse contar a história em poucas páginas. Aliás, vai ver que foi isso mesmo! Resumindo: os livros servem para passar o tempo. Lerei mais algum do estilo? Claro que sim! Se eu indicaria para alguém? Claro que não! A não ser para alguém que seja masoquista como eu, que adora um romance, mesmo que ele seja de pura água com açúcar!

    1 curtida

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    Avaliações

    3.5 / 19
    • 5 estrelas11%
    • 4 estrelas42%
    • 3 estrelas42%
    • 2 estrelas5%
    • 1 estrelas0%
    Kate Hardy profile picture

    Kate Hardy

    For quite a while now, I've been saying that my books are all about drama, passion and danger. My readers, however, say other things. They say my books are full of warmth, heart and charm. And I can remember being at lunch with two senior editors, talking about voice, and saying that it's easier to see someone else's voice rather than your own. When I asked them what they thought my voice was, they both promptly chorused, 'Warmth.' I'm out of denial now :o) I write traditional romance. I do bend the rules a little bit over sensuality, but basically my voice fits the Romance/Cherish line more than anything else. So that's where my books are published now, as well as Medical Romances. I started reading at a precocious age, and I persuaded my parents to give me a typewriter for my sixth birthday, because I knew exactly what I wanted to be when I grew up: a writer. After I'd been to university to read English. And I worked to make sure I got my aims. I started writing my first Mills & Boon when I was thirteen. My mother was horrified when she read it, until I confessed that I'd borrowed the love scenes from Sara Craven (who's a thoroughly nice woman and has since forgiven me for doing this!). My mum suggested that I should try again when I was a little bit older. So. A speeded-up version of what happened next... University, specialising in Old English and Thomas Hardy. (Lots of heart, there.) Fall in love, graduate, buy house in Norwich, get dog, get married to Gerard, have first book accepted (erotic romance, since you ask), lovely husband agrees I can go freelance, first Black Lace novel accepted, son Chris born, become a health journalist, daughter Chloë born. Life doesn't get much better than this. And then, at the age of six weeks, Chloë spent her first Christmas in hospital with bronchiolitis. The only way I could cope was to pretend it was happening to someone else. Gerry had suggested for a while that I ought to write writing medical romances (combining my two interests of health journalism and writing romance). So I started writing my first M&B medical, A BABY OF HER OWN, at my baby's bedside. Chloë recovered. My agent loved the book. So did M&B. It was accepted on Chloë's first birthday and published on her second birthday - and Ottakar's gave me a fab launch party. 2006 saw me achieve a private ambition: to be shortlisted for a major award. WHERE THE HEART IS was shortlisted for the Romantic Novelists' Association Romance Prize: probably my best-ever 40th birthday present! And 2008 saw me achieve the next step: not only was I shortlisted again, but BREAKFAST AT GIOVANNI'S won the Romantic Novelists' Association Romance Prize 2008. In 2009 I was shortlisted again, with SOLD TO THE HIGHEST BIDDER and again in 2012 with A CHRISTMAS KNIGHT. At the beginning of 2010 I was shortlisted for Romantic Times' Reviewers Choice Award, Best Presents 2009, with SURRENDER TO THE PLAYBOY SHEIKH, and in the spring I was shortlisted for the Golden Quill Award with THE CHILDREN'S DOCTOR'S SPECIAL PROPOSAL. In 2014, I was shortlisted TWICE for the Romantic Novelists' Association's Romance Prize, with HER REAL FAMILY CHRISTMAS and BOUND BY A BABY - and I'm thrilled to say that Darcey Bussell presented the award to me for BOUND BY A BABY. In spring 2016, I'm writing my 71st title for M&B and planning a couple of other things I can't talk about yet, but soon...

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    Kate Hardy