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    Últimas tardes con Teresa -

    Juan Marsé

    Debolsillo
    2005
    470 páginas
    15h 40m
    ISBN-13: 9788497594035
    Espanhol
    3.1
    4 avaliações
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    Ambientada en una Barcelona de claroscuros y contrastes, Últimas tardes con Teresa narra los amores de Pijoaparte, típico exponente de las clases más bajas marginadas cuya mayor aspiración es alcanzar prestigio social, y Teresa, una bella muchacha rubia, estudiante e hija de la alta burguesía catalana. Los personajes de esta novela a la vez romántica y sarcástica pertenecen ya, por derecho propio, a la galería de retratos que configuran toda una época. Hito de la literatura española contemporánea, esta obra consolidó internacionalmente el nombre de su autor.

    Resenhas (1)Ver mais
    Glauber Vinícius Alves picture
    Glauber Vinícius Alves28/10/2020Resenhou um livro
    2 (Razoável)

    Sinopse: A história de um jovem ladrão de motos, morador da periferia de Barcelona que se envolve em um triângulo amoroso com a empregada e a filha de uma família abastada da cidade pós-franquismo. Foi meu primeiro livro de Juan Marsé e não tive uma experiência muito boa. Em poucos momentos do livro me senti atraído pela história ou por algum personagem. Achava interessante algumas descrições da cidade na qual ele parece dar uma importância muito grande. Mas mesmo assim, o enredo é muito morno. A muito poucos momentos onde me senti capturado pelo livro. O autor parece querer abusar de um naturalismo na história quase como uma notícia de jornal ou revista. A história aqui é crua e sem nenhum tempero. A intenção do autor era mostrar diferença de estilos de vida e a desigualdade na Espanha no final da ditadura franquista. Talvez na Espanha e Catalunha o livro seja um clássico por ser tocante, porém, como cidadão de um dos países mais desiguais do mundo, essa parte não me comoveu ou surpreendeu. Além de conseguir imaginar o final desde o começo. Nos personagens, não consegui sentir nenhuma ligação ou profundidade, todos pareciam caricaturas muito rasas. Além do que, algumas narrativas não fizeram muito sentido ou foram extremamente mal elaboradas, como, por exemplo, a queda da empregada Maruja e até mesmo a agonizante morte dela.

    4 curtidas

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    Avaliações

    3.1 / 4
    • 5 estrelas25%
    • 4 estrelas0%
    • 3 estrelas50%
    • 2 estrelas25%
    • 1 estrelas0%
    Juan Faneca Roca profile picture

    Juan Faneca Roca

    Juan Faneca Roca conhecido como Juan Marsé (8 de Janeiro de 1933, Barcelona, Espanha) é um premiado escritor espanhol. Aos 25 anos, começou a escrever regularmente nas revistas Ínsula e El Ciervo. Ainda nesse ano terminou o seu primeiro romance Encerrados com un solo juguete, no qual já vinha a trabalhar desde os 22 anos, quando cumpriu serviço militar em Ceuta. Concorreu com esta obra a um prémio do qual foi finalista, o que lhe valeu a publicação do romance. Uma amiga incentivou-o a continuar a escrever e em 1959 convenceu-o a enviar um conto, Nada para morir, para o Prémio Sésamo, que viria a ganhar. No ano seguinte, Juan Marsé deixou a joalharia e foi viver para Paris, em França, onde arranjou emprego num laboratório no Instituto Pasteur. Paralelamente, começou a traduzir argumentos de filmes e a dar aulas de espanhol. Regressou a Espanha em 1962, ano em que publicou Esta cara de la luna. De novo a viver em Barcelona, iniciou a sua ligação ao Partido Comunista Espanhol. Três anos mais tarde, ganhou o Prémio Biblioteca Breve com o romance Últimas tardes com Teresa. Teresa foi uma das suas alunas de espanhol em Paris e era filha de um pianista famoso. Juan Marsé, entretanto, passou a escrever publicidade, textos para capas de livros e diálogos para argumentos cinematográficos. Em 1970 foi nomeado redactor-chefe da revista Bocaccio. Prosseguiu a carreira de escritor com La oscura historia de la prima Montse e Si te dicen que cai, para a qual se inspirou na sua infância. No entanto, esta última obra foi censurada em Espanha e Marsé foi obrigado a editá-la no México, onde viria a receber o Prémio Internacional de Romance. A partir de 1974 passou a colaborar na revista Por Favor, para a qual elaborava retratos literários de personalidades da actualidade, desde actores a políticos e até figuras da alta sociedade. Entre 1975 e 1978 escreveu alguns textos para cinema apenas para ganhar dinheiro. Neste último ano ganhou o Prémio Planeta, um dos mais conceituados de Espanha, com a obra La muchacha de las bragas de oro. A partir desta altura passou a ser um autor com muito sucesso junto do público. Seguiu-se em 1982 Um dia volveré e em 1984 Ronda del Guinatrdó, ambas com Barcelona como cenário. Dois anos depois publicou um novo livro, desta vez de contos, intitulado Teniente Bravo. Em 1990, com El amante bilingue (O Amante Bilingue), ganhou o prémio Ateneo de Sevilha. Três anos mais tarde lançou El embrujo de Shangai (O Feitiço de Xangai), que venceu o Prémio da Crítica, em Espanha, e o Aristeión, atribuído pela União Europeia. Ambas as obras estão editadas em Portugal. Em 1997, Juan Marsé foi distinguido com o Prémio Juan Rulfo da Literatura Latino-Americana e do Caribe, o mais conceituado da América Latina. Em 2000 regressou aos lançamentos com Rabos de Lagartija (Rabos de Lagartixa), também editado em Portugal.

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    Juan Faneca Roca