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    O tango da velha guarda - El tango de la Guardia Vieja

    Arturo Pérez-Reverte

    Record
    2013
    392 páginas
    13h 4m
    ISBN-13: 9788501402769
    Português Brasileiro
    3.7
    130 avaliações
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    Um estranho desafio entre dois músicos que leva um deles a Buenos Aires em 1928; uma história de espionagem na Riviera francesa durante a Guerra Civil espanhola; uma inquietante partida de xadrez na Sorrento, Itália, dos anos sessenta... "O Tango da Velha Guarda" narra com pulso admirável uma complexa e apaixonante história de amor, traições e intrigas, que se prolonga durante quatro décadas de um século convulsionado e fascinante à luz crepuscular de uma época que se extingue. ________ EL TANGO DE LA GUARDIA VIEJA]: 'Hay personajes que te miran una vez y se quedan para siempre en tu vida'...' La trepidante aventura de Max Costa y Mecha Inzunza les lleva a recorrer tres escenarios distintos del convulso siglo XX: pasarán en 1928 por Buenos Aires gracias a una extraña apuesta entre dos músicos, en Niza se verán envueltos una trama de espionaje durante los años de la Guerra Civil española y los primeros vientos de la segunda Guerra Mundial, para terminar en Sorrento, en los años sesenta, embarcados en una inquietante partida de ajedrez. El tango de la Guardia Vieja narra con pulso admirable una turbia y apasionada historia de amor, traiciones e intrigas, que se prolonga durante cuatro décadas a través de un siglo convulso y fascinante, bajo la luz crepuscular de una época que se extingue. Desde el inicio del proceso de escritura de El tango de la Guardia Vieja, Arturo Pérez-Reverte llevó una especie de cuaderno de bitácora de esta novela. A modo demaking of, el autor registró algunas características de los personajes principales, las localizaciones en las que se desarrollaba la historia e incluso dio detalles sobre la resolución de problemas estilísticos o técnicos. Estos apuntes, varios de ellos recopilados en este libro, constituyen sin duda un valiosísimo material para la mayoría de los lectores o cualquier aspirante a escritor. ==== «Arturo Pérez-Reverte cambia de registro, aunque sin salir de su mundo personal, y escribe una gran historia de amor. [...] La novela es también un amplio y documentadísimo fresco de la historia de una Europa desvanecida, la de los años veinte, treinta y sesenta. [...]Junto al amor y los sentimientos, unas páginas de sorprendente erotismo con una fuerte carga sexual. Y también grandes dosis perezrevertianas de aventura.» --El País. «Asombroso compendio de amor y aventuras... Épica de los cuerpos y belleza entre las sábanas...» -- Jacinto Antón,Babelia. «Eros, vida, deseo y aventura, todo ello contado por Arturo Pérez-Reverte de la mejor forma posible.» --Enrique Turpin, La Vanguardia. «Arturo Pérez-Reverte ha utilizado con genio, como un seductor deslumbrante, la iconografía cinematográfica, canónica, del héroe y la heroína, dos bellezas.» --Justo Navarro,Babelia.

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    Aguinaldo Medici Severino picture
    Aguinaldo Medici Severino28/07/2013Resenhou um livro
    3 (Bom)

    o tango da velha guarda

    Lemos "O tango da velha guarda" com prazer, mas não é um livro fundamental, transformador. Trata-se de um bom entretenimento. É um livro fácil de ler, que oferece ao leitor ao mesmo tempo algo rico em associações históricas e também exemplar por demonstrar como uma trama convencional pode ser bem contada quando um sujeito é hábil em seu ofício. Pérez-Reverte cria uma narrativa em três planos temporais (1928, 1937 e 1966) que se alternam como num jogo. No de 1928 encontramos em um navio que sai da Europa rumo a América do Sul os protagonistas principais (Max Costa, Mecha Inzunza e Armando de Troeye). O primeiro é dançarino profissional do navio - dançarino mundano, escolheu o tradutor; Mecha e Armando são um casal de jovens ricos, ela muito bonita, ele um compositor muito famoso). Os dias no navio são de sedução, que se dá através do tango que Max e Mecha dançam bem, e das conversas entre Max e Armando, que tem interesse em incorporar o ritmo do tango em sua próxima composição. Max é argentino de nascimento e conhece bem a origem do tango, nos bairros proletários de Buenos Aires. Armando acaba convencendo Max a levá-los (ele e Mecha) a um local onde o tango tradicional seja dançado. Isso, claro, envolve alguns riscos, levando os três a uma situação limite. O leitor acompanha o desenvolvimento da história com interesse crescente, pois o ritmo é de uma história policial (como Pérez-Reverte alterna esses acontecimentos com os dias de Mecha e Max na ensolarada Sorrento de 1966 o leitor sabe algo do futuro dos dois, mas tem curiosidade em saber como ambos chegaram até aquele ponto de suas vidas). Após apresentar os sucessos de Max, Mecha e Armando em Buenos Aires Pérez-Reverte avança sua história em dez anos. No final da década de 1930 já se vive as tensões que culminarão na segunda grande guerra. Max se envolve em uma outra sedução, aquela que é mais próxima dos jogos de espionagem, de interesses cruzados entre fascistas, comunistas, ingleses, italianos e espanhóis (estes últimos já em aberto conflito armado em sua guerra civil). Resolvidos os sucessos deste segundo trecho do livro Pérez-Reverte avança trinta anos em sua história e desenvolve o jogo final de Max (ao qual o leitor já havia sido apresentado logo no início do livro). Ele está às voltas com duas questões delicadas para resolver. Uma mundana, que envolve sua autoestima, suas paixões e um balanço final das escolhas que fez na vida; a outra envolve o uso das habilidades profissionais que desenvolveu (mas estavam aposentadas). Suas técnicas e profissionalismo são colocados à prova uma vez mais, quando ele tem de ajudar o filho de Mecha, um excelente enxadrista envolvido numa disputa com um campeão mundial russo. Como em qualquer romance longo e ambicioso (como é o caso), há um acúmulo de temas que podem ou não funcionar bem juntos. Pérez-Reverte discute basicamente a luta de classes, como as vidas das pessoas comuns - e o arrivismo inerente a quem almeja melhorar de vida e de status social - são afetadas nas transformações políticas e econômicas geradas pelos grandes jogos de poder, no caso, a aparente tranquilidade dos anos que se seguiram a primeira grande guerra, a guerra civil espanhola e a guerra fria, os tais três planos temporais da história. É um livro bem resolvido, a trama é mesmo interessante e são oferecidas ao leitor muitas passagens realmente boas, mas falta algo nele. Fica implícito em "O tango da velha guarda" o quão difícil é para um autor ficar satisfeito com as coisas que inventa antes de finalmente publicá-las, apresentá-las ao público leitor. Arturo Pérez-Reverte começou a escrever esse livro em janeiro de 1990, mas só alcançou terminá-lo e publicá-lo em junho de 2012. São vinte e dois anos, um bocado de tempo. Não sei os motivos que o fizeram esquecer do projeto por tanto tempo e/ou mantê-lo por tanto tempo em gestação até alcançar publicá-lo (Não tive paciência de procurar os motivos, mas achei um blog em que Pérez-Reverte conta, após a publicação original, alguns destes porquês. Entusiastas de gênese literária gostam particularmente de materiais assim; li um bocado, mas talvez só tenha sentido acompanhar tudo se você realmente gostar destas coisas). De qualquer é um livro que consegue se defender sozinho e é também algo cinematográfico (ou apto a ser adaptado para o cinema) como, de resto, quase todos os demais livros dele que já li. [início: 06/07/2013 - fim: 15/07/2013] "O tango da velha guarda", Arturo Pérez-Reverte, tradução de Luís Carlos Cabral, Rio de Janeiro: editora Record, 1a. edição (2013), brochura 15,5x23 cm., 389 págs., ISBN: 978-85-01-40276-9 [edição original: El tango de la Guardia Vieja (Madrid: Alfaguara) 2012]

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    Arturo Pérez-Reverte

    Arturo Pérez-Reverte (Cartagena, 24 de novembro de 1951) é um novelista e jornalista espanhol. Desde o ano de 2003 é, também, membro da Real Academia Espanhola da língua. A sua obra está traduzida em quase trinta idiomas. Antigo repórter de guerra, dedica-se em exclusivo à escrita desde finais dos anos 1980, tendo editado romances como "O cemitério dos barcos sem nome", "Território Comanche", "O hussardo", "O pintor de batalhas" e os seis romances da série de aventuras "Capitão Alatriste".

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    32 Seguidores

    Arturo Pérez-Reverte