O autor defende que a moral deve ser baseada na razão e no dever, não apenas nos desejos ou consequências. Surge então a ideia do “imperativo categórico”: agir apenas de forma que sua atitude possa servir como regra universal para todos. A obra valoriza ética, responsabilidade e dignidade humana, influenciando profundamente a filosofia, o direito e a política modernos.


