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    La moneda de hierro -

    Jorge Luis Borges

    Emecé
    1976
    162 páginas
    5h 24m
    ISBN-1: 0
    Espanhol
    3.5
    6 avaliações
    Leram7Lendo0Querem0Relendo1Abandonos0Resenhas0
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    En este libro se pone de manifiesto una vez más la complejidad del mundo borgeano. Los antepasados y la patria: «De hierro, no de oro, fue la aurora. ↲ La forjaron un puerto y un desierto, ↲ unos cuantos señores y el abierto↲ ámbito elemental de ayer y ahora»; el sueño y los símbolos: «Aquí está la moneda de hierro. Interroguemos las dos contrarias caras que serán la respuesta de la terca demanda que nadie no se ha hecho: ¿Por qué precisa un hombre que una mujer lo quiera?». Sumido en la melancolía, Jorge Luis Borges va hilvanando estos versos que son en él una costumbre, pero que sorprenden por su singular maestría. «Cada palabra, aunque esté cargada de siglos —afirma con gran lucidez— inicia una página en blanco y compromete el porvenir».

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    Jorge Francisco Isidoro Luis Borges Acevedo profile picture

    Jorge Francisco Isidoro Luis Borges Acevedo

    Mais conhecido como Jorge Luis Borges, foi um escritor, poeta, tradutor, crítico e ensaísta argentino. Em 1914 sua família se mudou para Suíça, onde ele estudou e viajou para a Espanha. Em seu retorno à Argentina em 1921, Borges começou a publicar seus poemas e ensaios em revistas literárias surrealistas. Também trabalhou como bibliotecário e professor universitário público. Em 1955 foi nomeado diretor da Biblioteca Nacional da República Argentina e professor de literatura na Universidade de Buenos Aires. Em 1961, destacou-se no cenário internacional quando recebeu o primeiro prêmio international de editores, o Prêmio Formentor. Seu trabalho foi traduzido e publicado extensamente no Estados Unidos e Europa. Borges era fluente em várias línguas. Morreu em Genebra, na Suíça, em 1986. Sua obra abrange o "caos que governa o mundo e o caráter de irrealidade em toda a literatura". Seus livros mais famosos, Ficciones (1944) e O Aleph (1949), são coletâneas de histórias curtas interligadas por temas comuns: sonhos, labirintos, bibliotecas, escritores fictícios e livros fictícios, religião, Deus. Seus trabalhos têm contribuído significativamente para o gênero da literatura fantástica. Estudiosos notaram que a progressiva cegueira de Borges ajudou-o a criar novos símbolos literários através da imaginação, já que "os poetas, como os cegos, podem ver no escuro". Os poemas de seu último período dialogam com vultos culturais como Spinoza, Luís de Camões e Virgílio. Sua fama internacional foi consolidada na década de 1960, ajudado pelo "boom latino-americano" e o sucesso de Cem Anos de Solidão de Gabriel García Márquez. O escritor e ensaísta John Maxwell Coetzee disse sobre ele: "Ele, mais do que ninguém, renovou a linguagem de ficção e, assim, abriu o caminho para uma geração notável de romancistas hispano-americanos".

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    Jorge Francisco Isidoro Luis Borges Acevedo