Dedo Podre -

    Nívea Stelmann, Lua Veiga

    Lio
    2013
    144 páginas
    4h 48m
    ISBN-13: 9788589429443
    Português Brasileiro

    Um livro inspirado em fatos reais da vida das autoras, abordando em cada capítulo uma história diferente de amor. É um mix de humor sem pretensões, sobre os fantasmas dos fins de relacionamentos que tanto assombram a mulher contemporânea. Uma troca de experiências e desabafos colocadas de forma simples e de fácil identificação dos leitores, sem exaltar o sofrimento dos términos, mas enaltecendo o amor próprio, o desapego e as infinitas possibilidades que a vida nos oferecer de começar tudo de novo e (quem sabe) ser feliz!

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    Cristiane Silva de Oliveira08/09/2021Resenhou um livro
    2 (Razoável)

    Descontraído, leve e rápido

    "Ter o dedo-podre não significa necessariamente escolher sempre o cafajeste, mas sim a pessoa errada para você. Então, desde o começo é preciso dar mais atenção a si mesmo do que ao outro, para não correr o risco de perder tempo no presente (e lágrimas no futuro)." Pág. 127 Neste livro as autoras contam histórias de amores e desamores, inspirados nas experiências delas mesmas. Cada capítulo conta uma história diferente de forma divertida e descontraída, sobre início de relacionamentos e seus términos. É um livro bem rápido de ler, eu dei risada em alguns momentos, mas tem outros que achei bem exagerado. Como foi um livro escrito por duas pessoas, não dá pra saber qual história pertence a quem, mas o fato é que foi impossível não se identificar com algumas dessas histórias (afinal, que mulher nunca pensou se não tem o dedo podre para relacionamentos?). É um livro que fala de amor, escolhas, desilusão, amadurecimento e descobertas. Achei a ideia do livro interessante, eu gosto de ler histórias de mulheres deste estilo, mas a escrita do livro deixou bastante a desejar. No final do livro tem uma parte sobre mitos e verdades nos relacionamentos, gostei de algumas coisas, mas não concordei com alguns posicionamentos das autoras. Vale a pena ler entre um livro e outro, como uma leitura bem despretensiosa. "Se dê todos os tempos e entenda que a relação do homem com o tempo é uma coisa muito louca, ora queremos que ele passe rápido, ora queremos que ele pare, mas geralmente queremos que ele volte. Respeitar o tempo é a única forma de ele não se acabar com a gente. Porque geralmente teremos a sensação de que ele carrega todos os nossos momentos, o presente passa rápido demais para se dizer com frequência 'nossa, como eu sou feliz'. Geralmente fomos e seremos." Pág. 135

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