"Ter o dedo-podre não significa necessariamente escolher sempre o cafajeste, mas sim a pessoa errada para você. Então, desde o começo é preciso dar mais atenção a si mesmo do que ao outro, para não correr o risco de perder tempo no presente (e lágrimas no futuro)." Pág. 127
Neste livro as autoras contam histórias de amores e desamores, inspirados nas experiências delas mesmas.
Cada capítulo conta uma história diferente de forma divertida e descontraída, sobre início de relacionamentos e seus términos.
É um livro bem rápido de ler, eu dei risada em alguns momentos, mas tem outros que achei bem exagerado. Como foi um livro escrito por duas pessoas, não dá pra saber qual história pertence a quem, mas o fato é que foi impossível não se identificar com algumas dessas histórias (afinal, que mulher nunca pensou se não tem o dedo podre para relacionamentos?).
É um livro que fala de amor, escolhas, desilusão, amadurecimento e descobertas. Achei a ideia do livro interessante, eu gosto de ler histórias de mulheres deste estilo, mas a escrita do livro deixou bastante a desejar.
No final do livro tem uma parte sobre mitos e verdades nos relacionamentos, gostei de algumas coisas, mas não concordei com alguns posicionamentos das autoras.
Vale a pena ler entre um livro e outro, como uma leitura bem despretensiosa.
"Se dê todos os tempos e entenda que a relação do homem com o tempo é uma coisa muito louca, ora queremos que ele passe rápido, ora queremos que ele pare, mas geralmente queremos que ele volte. Respeitar o tempo é a única forma de ele não se acabar com a gente. Porque geralmente teremos a sensação de que ele carrega todos os nossos momentos, o presente passa rápido demais para se dizer com frequência 'nossa, como eu sou feliz'. Geralmente fomos e seremos." Pág. 135