Entrar
    Book cover
    Compartilhar
    Editar
    • Sinopse
    • Edições0
    • Vídeos0
    • Grupos0
    • Resenhas1
    • Leitores6
    • Similares0
    Skoob logo

    Saiba mais

    Quem somosTermos de usoFale conoscoCentral de ajudaPrivacidade

    Fique por dentro

    Livros em destaque

    Explore

    LivrosAutoresEditorasLeitoresCortesias

    Siga nas redes sociais

    Baixe o app

    Google PlayApp Store

    Dona Bárbara -

    Rómulo Gallegos

    Giz Editorial
    2010
    120 páginas
    4h 0m
    ISBN-13: 9788578550431
    Português Brasileiro
    1.5
    1 avaliação
    Leram5Lendo0Querem1Relendo0Abandonos0Resenhas1
    Favoritos0Desejados1Avaliaram1

    "Dona Bárbara" filia-se à tradição do teatro literário romano de Sêneca. Mas uma montagem, cuidada e inteligente, faz deste texto, sem dúvida alguma, um belo espetáculo teatral na linha de Ibsen, por exemplo, sobretudo na medida em que nos coloca à frente das contradições humanas do poeta (Alvarenga Peixoto) e da personagem histórica. E ainda nos revela mais um perfil feminino (Bárbara Heliodora) de presença tão forte que não se compreende tenha sido, durante todo esse tempo, marginalizado em nossa história.

    Resenhas (1)Ver mais
    Lilian Paulo picture
    Lilian Paulo10/08/2023Resenhou um livro
    1.5 (Ruim)

    Fraco

    O texto é fraco, as personagens são mal estruturadas, o enredo não prende e o contexto histórico não ajuda

    1 curtida

    Estatísticas

    Avaliações

    1.5 / 1
    • 5 estrelas0%
    • 4 estrelas0%
    • 3 estrelas0%
    • 2 estrelas100%
    • 1 estrelas0%
    Rómulo Gallegos Freire profile picture

    Rómulo Gallegos Freire

    De raízes familiares humildes, Rómulo era filho de Rómulo Gallegos Osío e de Rita Freire Guruceaga. Estudou Direito na Universidade Central de Venezuela, mas não concluiu o curso. Em 1909 fundou a revista La Alborada, onde se publicavam ensaios de cariz literário e político. Em 1912 casou com Teotiste Arocha Egui. Foi professor entre os anos de 1912 e 1930, tendo sido director de vários estabelecimentos de ensino. Em 1913 publicou uma colectânea de contos, Los aventureros. No ano de 1920 foi publicada a sua primeira novela, El último Solar , reeditada em 1930 com o título de Reinaldo Solar. Em 1929 escreve uma das suas mais destacadas obras, Doña Bárbara, na qual criticava o ditador Juan Vicente Gómez. Em virtude do conteúdo do livro decide exilar-se em Espanha, onde viveu entre 1931 e 1935. Datam deste período duas importantes novelas: Cantaclaro (1934) y Canaima (1935). Com a morte de Vincente Gómez em 1936 regressou à Venezuela. É nomeado Ministro da Educação no governo de Eleazar López Contreras. Tenta realizar reformas no sistema educativo, mas fracassa e demite-se do cargo de ministro onde esteve apenas seis meses. Rómulo Gallegos ao lado de Harry S. Truman, em cerimônia no 4 de julho de 1948. Em Julho de 1941 participa na fundação do partido Acción Democrática (Acção Democrática), um partido da área da esquerda, do qual é presidente até 1948. Em 1941 apresenta-se como candidato à presidência da República, mas perde para Isaías Medina Angarita. Em 1945 participa no golpe militar que instala Rómulo Betancourt como presidente provisório do país. É novamente candidato à Presidência da República em 1947, tendo ganho a eleição do dia 14 de dezembro. Toma posse a 15 de fevereiro de 1948, mas é destituído a 24 de novembro do mesmo ano num golpe de estado encabeçado por Carlos Delgado Chalbaud, que preparou a ditadura de Marcos Pérez Jiménez. Exila-se em Cuba e depois no México, onde viveu até 1958, ano em que regressou ao seu país natal. Em 1965 foi instituído em sua memória o Prémio Internacional de Novela Rómulo Gallegos, com o objectivo de estimular a criação literária em língua castelhana. Em 1972 foi criado o Centro de Estudos Latinoamericanos Rómulo Gallegos (CELARG) sediado em Caracas. O seu nome foi dado em 1977 a uma universidade situada em San Juan de Los Morros, capital do estado de Guárico, na Venezuela.

    10 Livros
    3 Seguidores

    Rómulo Gallegos Freire