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    Confúcio - E o Caminho do Meio

    Antônio Olinto

    Ao Livro Técnico
    2001
    141 páginas
    4h 42m
    ISBN-10: 8587970070
    Português Brasileiro
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    Grandes idéias filosóficas se perderam por falta de registro. Pensadores da Grécia Antiga, por exemplo, eram useiros em peripatetizar, situação em que filosofar caminhadom tornava a escrita impossível. Para sorte da Humanidade, alguns discípulos transcreveram esses conhecimentos. Confúcio, além de não ter anotado suas ideias, foi perseguido politicamnte, e parte do que os discípulos haviam coletado foi destruído. Um livro escondido na fresta de paredes, manuscristos achados aqui e ali, o que restou não foi a totalidade. Porém, a força de sua filosofia se perpetuou, e, hoje, os leitores têm a oportunidade de ter em mãos Confúcio e o caminho do Meio em que Antonio Olinto comenta as máxiams do pensador é revistado por um grande escritor da atualidade, os leitores só tem a ganhar.

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    Diego  picture
    Diego 28/05/2013Resenhou um livro
    2 (Razoável)

    Sábio Chinês

    Confúcio nasceu 551 a.C. época também de Pitágoras na Grécia, e pela estradas da Palestina caminhavam os profetas Eliezer e Daniel. Livro com o pouco, das principais obras e virtudes de Confúcio. Como "Analectos", "Li", "Yin (o princípio passivo, noturno, escuro, frio.) & Yang (o princípio ativo, diurno, luminoso, quente.)", "T'ai Chi", “Livro das Mutações”. Também vem relatos dos seus discípulos fieis a Confúcio sempre. Alguns bastante interessante, um ficou de cabelo branco aos 29 anos de tanto estudar e o outro morou ao lado do tumulo de Confúcio 3 anos após sua morte. E mais tarde viera seu discípulo mais notável, Mêncio. Resumindo grande mestre, poeta e amante da musica - “A educação do homem deve começar pela poesia, ser fortalecida pela disciplina e chegar ao ápice pela”

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    Antonio Olyntho Marques da Rocha

    Antônio Olinto Marques da Rocha (Ubá, 10 de maio de 1919 — Rio de Janeiro, 12 de setembro de 2009) foi um escritor brasileiro. Sua obra abrange poesia, romance, ensaio, crítica literária, análise política, literatura infantil e dicionários. É o quinto ocupante da cadeira 8 da Academia Brasileira de Letras, cujo patrono é o poeta Cláudio Manuel da Costa. Foi eleito em 31 de julho de 1997, na sucessão de Antônio Calado e recebido em 12 de setembro de 1997 pelo acadêmico Geraldo França de Lima.

    18 Livros
    4 Seguidores
    Minas Gerais, Brasil

    Antonio Olyntho Marques da Rocha