Mito do jazz entre as décadas de 1930 e 1950, Billie Holiday foi criadora de um modo peculiar de viver e de cantar que marcou a carreira de uma série de cantoras norte-americanas, como Sarah Vaughan e Ella Fitzgerald. Mas a grande dama do jazz morreu pobre, viciada em heroína e já praticamente sem voz. Somente depois de morta foi reconhecido seu papel de vanguarda na criação e popularização de um estilo musical que veio a conquistar adeptos no mundo todo. Nessa autobiografia, Billie conta de maneira pungente e dramática a história de sua vida conturbada, da infância até o início da década de 1950. Expõe cruamente seus percalços com a polícia, a perseguição que sofreu por parte da imprensa, os dissabores amorosos e os meandros do submundo das drogas e do showbiz. O texto final é do jornalista William Dufty, do New York Post, amigo da vocalista. Nessa edição brasileira, o relato do que aconteceu a Billie do início da década de 1950 até sua morte trágica, em julho de 1959, é feito pelo crítico de música Roberto Muggiati. Ilustrado com fotografias da cantora; inclui discografia atualizada, por Vincent Pelote; e discografia adicional, indicação de livros, DVDs e tributos, por Roberto Muggiati.
Billie Holiday - Lady Sings The Blues - Uma Autobiografia
Billie Holiday- William Dufty
Brasiliense
1985
206 páginas
6h 52m
ISBN-11: xxxxxxxxxxx
Português Brasileiro
Edições (1)
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