"Amarás o próximo como a ti mesmo", diz a máxima que tanto incomodou Freud. Mas como amarei o próximo - que nem sempre me quer bem, que muitas vezes goza de mim, me ultraja - do mesmo modo que a mim? Como amarei sem discriminar entre os diversos próximos, alguns próximos e outros que me são indiferentes? E não obstante, postula Isidoro Vegh, quando uma máxima se erige como sustentáculo de uma religião que já tem dois milênios, cabe supor que ela tocou um ponto forte da estrutura subjetiva: daí a necessidade de desentranhar seu sentido e penetrar em suas eficácias, que não deixam de ser operantes por serem veladas.
O PROXIMO: ENLAÇES E DESENLAÇES DO GOZO -
Isidoro Vegh
Companhia de Freud
2005
158 páginas
5h 16m
ISBN-13: 9788577240067
Português Brasileiro
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