Existem muitas bandas de metal, mas apenas um Slayer. Soberano, intransigente, cultuado, pioneiro, agressivo, rápido, pesado, polêmico... Único! "O Reino Sangrento do Slayer", do especialista em heavy metal Joel McIver, conta toda a história da banda, disco por disco, desde os primórdios em “bares sujos de São Francisco em 1982” até a conquista do planeta, tocando “num grande estádio uma década mais tarde”. Jeff Hanneman, Dave Lombardo, Tom Araya e Kerry King construíram uma trajetória que se confunde com a história do gênero que eles ajudaram a criar e difundir: o thrash metal. Essa é a segunda edição do livro no Brasil. Ampliada, revisada, com nova tradução e novo projeto gráfico (e capa dura!). A versão brasileira traz um prefácio escrito pelo músico Tor Tauil, do Zumbis do Espaço, além do prefácio da edição inglesa assinado pelos maníacos do Municipal Waste. O livro também apresenta fotos raras do início da banda, cartazes das antigas, registros de backstage, etc. O Reino Sangrento do Slayer é destinado a todos que querem conhecer as histórias que marcaram a trajetória brutal, “sangrenta” e única do Slayer.
O Reino Sangrento do Slayer -
Joel McIver
Edições (1)
Ver maisReino sangrento do Slayer e seus inúmeros erros.
O livro leva a nota máxima pela coragem da editora em lançar uma biografia do maior ícone do Metal extremo mundial. Saindo com 5 anos de atraso a biografia do Slayer escrita pelo jornalista especialista Joel McIver não tem status de biografia oficial mas não deixa de ser interessante. Conta os primórdios da banda, os primeiros shows, as dificuldades, a falta de estrutura nos primeiros anos e o lento processo de amadurecimento, aprimoramento e profissionalismo da banda. McIver faz uma resenha crítica de todos os discos, comentando música por música desde Show no Mercy até Christ illusion, passando pelas coletâneas, singles, edições especiais e home-videos. A opinião dos membros da banda é sempre destacada através de inúmeras entrevistas realizadas pelo autor com a banda ao longo dos anos. Em especial as falas de Kerry King costumam ser as mais fortes e ácidas com críticas pesadas a: bandas, músicos, indústria musical, religiosos, aproveitadores e a quem mais atravesse o caminho do Slayer. Já Tom Araya tem um visão mais serena dos fatos, enquanto Jeff Hanneman e Dave Lombardo falam menos, mas mostram uma visão mais técnica das múscias e letras. Agora a edição brasileira tem erros absurdos, que beiram o desleixo e falta de capricho tanto na tradução, quanto na revisão. Vamos aos ERROS da Edição: O índice já tem erros, não aparece o nome do capítulo sobre o Diabolus in Musica. No prefácio na página 10 - aparece: 'Curvem-se todos diante dos reis do trash metal...' essa já foi pra arrepiar. Página 22 - 'Final dos anos 80' é na verdade final dos anos 70. Página 38 - A música Crionics vira Crinonics. Páginas 43-44 - Fanzine é tratado várias vezes no feminino: 'ele me deu sua fanzine...' Página 116 - Kerry King: 'Eu não gostei tanto do Reign in Blood' na verdade King se refere ao South of Heaven'. Página 125 - Se refere à música Expendable Youth como: Juventude expendable. Página 145 - o termo 'black metaleiros'. Página 171 – O nome de Gene Hoglan aparece invertido: '...parece, que tanto Hoglan Gene quanto...' Páginas 193-194 - A música Stain of Mind vira: Saint of Mind (2x) e State of Mind. Página 221 - A música Postmorten vira Postmodern. Página 267 – A palavra répteis vira réptris. Página 266 - Para fechar com chave de ouro: o nome da banda é grafado como: SLAYERT. São erros absurdos que demonstram a falta de cuidado da tradutora e dos dois revisores. Espero que esses erros sejam corrigidos numa 2. edição da obra. Apesar dos pesares vale a pena ser lido.
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