E chegamos à resenha do terceiro e último livro da trilogia de ficção científica da Vanessa Bosso e, na boa... que livro foi esse? Estou fazendo essa resenha já há algum tempo após ter concluído a leitura, mas, ainda assim... estou meio sem palavras para tudo o que aconteceu. Na verdade, para tudo o que eu acompanhei nessa trilogia. Para quem não levava muita fé em histórias de ficção científica, ação, alienígenas e todas essas coisas, eu realmente fui impactada e surpreendida por ela, mas, agora, nesse último livro... é estranho dizer que ele não foi tudo o que eu esperava para o desfecho, comparado com os anteriores. E, bem, o motivo disso você confere logo a seguir.
Novamente, vou procurar não me prolongar nos detalhes da história, até porque é o último livro de uma trilogia e, sendo assim, não quero dar mais spoilers do que eu já sei que irei dar. Mas, basicamente, em Insurreição, Alena está para enfrentar aquele que viria a ser o seu mais perigoso desafio. Desde o final do segundo livro somos preparados para o que esse desafio pode vir a ser, e as expectativas para o que vai acontecer após seu desfecho são imensas, bem como toda a preocupação que Alex nutre com a situação. Nesse meio, mais do que nunca, além das questões galácticas, Alena também precisará, cedo ou tarde, decidir-se a quem dedicar seu amor, uma vez que ela recebe a notícia de que Thomas ainda está vivo, mas antes de qualquer coisa, ela sabe que precisa salvá-lo o quanto antes. Mas a guerra iminente está exposta em uma linha tênue que ao menor descuido, pode vir a quebrar-se e recomeçar, com ainda mais força e devastação, o pesadelo que ela já vem sendo.
"— Está com medo? – questiona, próximo demais.
— Quer a verdade? [...] Estou apavorada. – admito.
— O medo, na dose certa, pode salvar a sua vida."
Mais e mais surpresas permeiam o desfecho dessa impactante trilogia, envolvendo o leitor cada vez mais e, consequentemente, fazendo-nos não querer abandonar a leitura nem por um minuto. Eu estava com a adrenalina à mil logo nas primeiras páginas, ansiosa pelos capítulos seguintes e (agora sim) cheia de expectativas, mas... isso meio que foi conturbando-se um pouco à medida em que eu me aproximava do final. Não sei se vocês lembram que, na resenha do livro anterior, eu citei o fato de que Aliança tinha um pouco menos de páginas em comparação à Invasão, mas que isso não havia influído negativamente em nada na leitura. Mas, no caso de Insurreição, isso foi um pouco decepcionante. Trata-se do desfecho da trilogia, e, ao mesmo tempo, do livro que tem menos páginas, então... eu senti algumas baixas em relação aos volumes anteriores. Sendo mais específica...
Os personagens continuam a se desenvolver muito bem. Alena continua como a protagonista forte e imbatível de antes, mas naturalmente humana e com seus momentos de abalo, mas nunca deixando-se entregar totalmente às dores. Alex, também, continua como aquele amigo (?) que permanece do seu lado mesmo quando o que você mais quer é ficar sozinha, e, consequente à isso, a relação deles volta a se fortalecer ainda mais. No entanto, Thomas é dado como visto na Terra, mas em meio à esperança de Alena em reencontrar o rapaz, nos deparamos com uma realidade um pouco turbulenta que poderá dificultar seus planos.
Leia o resto da resenha em...