Hafiz criou uma poesia cristalina, sobre o amor divino sexual. Por mais de 50 anos escreveu movido pela inspiração divina, porém muitos dos seus 500 gazéis** cantam a riqueza e a beleza de Shakh-e Nabat, que ocupa em sua obra o mesmo lugar que Laura de Petrarca. Além de ser poeta da corte de Abu Ishak e depois do xá Shuja, Hafiz foi um mestre divino. Seus conhecimentos religiosos estão embutidos em seu nome de esctitor: Hafiz indica aquele que memorizou o Corão. De uma grande tradição poética Lírica expressa em sua obra, celebrou interligações entre o erótico e o espiritual. Os gazéis de Hafiz", um corajoso trabalho de tradução de Aurélio Buarque de Hollanda, publicado em 1944 pela Livraria José Olympio Editora.
