Hoje, a democracia anda em busca de proibições justas e úteis, de regras que engrandeçam o ser humano e sua liberdade. Esta obra demonstra que as proibições são fundamentos de liberdade e contribuem ativamente para o funcionamento harmônico da coletividade humana. Nossa sociedade individualista deve encarar desafios que exigem revisão da idéia que fazemos de liberdade e de sua irmã paradoxal, a igualdade. Inicialmente, as proibições se apresentam como freios de nossos desejos. No entanto, também limitam a violência, trazem segurança e fornecem referências. Por fim, oferecem condições à liberdade e permitem escolhas conscientes. A dupla proibição-liberdade não é tão antagônica quanto possa parecer à primeira vista.