Meu Deus do céu, que livro foi esse? Primeiro começamos o livro numa linha muito boa, com todo aquele romance acontecendo, que diga-se de passagem é lindo de ver. Fiquei com tanta inveja que queria um Richard só para mim! Mesmo assim a autora mostra que o perigo ronda, seja pelos ataques de suspeita do Richard ou pelas pequenas pistas que a Stephanie dá no final de cada capítulo prenunciando o inevitável. E quando isso aconteceu, quase morri, tive meu coração partido em mil pedaços, parecia que era eu que estava sendo abandonada ali, nunca sofri tanto com um livro, mas mesmo assim segui lendo curiosa em saber como aquilo se resolveria e, para que tudo isso acontecesse, entrei madrugada a dentro varrendo as páginas dessa obra tão maravilhosa.
Porém, antes de poder ver meu casal preferido juntos novamente, tive que sofrer com a Stephanie em cativeiro, com a apreensão de se aquele experimento daria certo ou não e se ela e os que amava seriam mortos de uma hora para outra e de maneiras tão sórdidas. Claro, que como sempre o Richard, como bom príncipe, amorzinho e marido apaixonado que é, chegou bem na hora de evitar um desastre!
Achei que poderia respirar tranquila daí por diante, mas não... a autora foi lá e largou mais uma bomba, ou melhor duas, no colo do casal. Foi triste ver aquilo e ao mesmo tempo emocionante. Entendia as razões da Stephanie por não querer, mas ao mesmo tempo via o sonho do Richard minguar, até que a Rachel, mãe da Stephanie, foi lá e salvou o dia. Deus, mais uma vez ia morrer do coração, tinha certeza que infartaria. A Rachel entrou com uma fúria leonina, que eu nunca tinha visto, falou e mostrou poucas e boas, e acabou salvando a vida dos nossos personagens. Mais uma vez achei que poderia respirar, ufaaaa...
Aí chegou o dia em que o coração da Stephanie parou. Pensei, vou morrer junto, é agora que tenho um infarto! Vi todo o sofrimento dela, o jeito que o Richard ajudou com os procedimentos e quando ela encabulada retirou as mãos do rosto, olhou para o marido, que aos prantos segurava seus presentes, e eu deu um grito... gritei junto, exultante e cheia de felicidade, mais uma vez para desespero dos vizinhos (kkkk).
Tudo bem, a autora quase me matou do coração umas três vezes, no mínimo, mas valeu cada segundo, só para poder ver esse casal brincando na sala de casa, conversando sobre o futuro e sobre como cuidariam de seus pequenos "problemas". É muito amor envolvido, fui conquistada mais uma vez, me rendi a escrita da Márcia de vez!