Zorba, o Grego (Clássicos Modernos #1) - Zorba, the greek

    Nikos Kazantzakis

    Abril Cultural
    1974
    369 páginas
    12h 18m
    ISBN-1: 0
    Português Brasileiro

    "Zorba, o Grego", foi publicado pela primeira vez em 1943 e recebeu uma versão cinematográfica em 1964, estrelada pelo ator Anthony Quinn. O filme fez um extraordinário sucesso e deu ao nome de Kazantzakis reconhecimento mundial; Outra obra de Kazantzakis adaptada para o cinema foi "A Última Tentação de Cristo". Publicada em 1948, a obra foi levada às telas em 1998 por Martin Scorsese, causando grande polêmica pelo tratamento humano dado à figura de Cristo; Na época de sua publicação, o romance causou a excomunhão de Kazantzakis. Em 1956 Nikos Kazantzakis recebeu o Prêmio Internacional da Paz. O escritor foi também tradutor de Dante e Goethe e de outros autores clássicos para o grego moderno; Em 1957 fez uma viagem à China, onde adoeceu. Foi transferido para Copenhague e depois para um hospital em Freiburgo, na Alemanha, onde acabou falecendo. Seu corpo foi transladado para sua cidade natal, Heraclion, na Ilha de Creta.

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    Leonel Menezes31/12/2010Resenhou um livro
    5 (Perfeito)

    Minha mãe sempre insistiu que eu lesse esse livro, nunca entendi bem. Agora eu sei. É uma verdadeira obra-prima! Não existe outra expressão pra definir essa história que tem como tema central a amizade e, acima de tudo, a capacidade dos seres humanos de desperdiçar o tempo que lhes é dado. Aqui, Zorba é a personificação do "Carpe Diem": um homem que aproveita o presente, sem se preocupar com o futuro, muito menos o passado. Ao longo do livro, a voz do personagem nos presenteia com frases célebres e ensinamentos maravilhosos, daqueles que você pode guardar na mente para sempre. "Zorba, o Grego" é, além do mais, um manual de como aproveitar a vida. Duvido que alguém, após a leitura, veja o tempo de sua vida da mesma forma. As perguntas que ficam são: será possível viver como Zorba? Estamos mais para o "patrão" ou para o grego dançarino? Como alcançar a eternidade na efemeridade da vida? Acho que nunca me deparei com tamanha obra de arte, sincera, profunda. Não há como não se emocionar com este grego que nos ensina tanto; sim, tornou-se meu livro mais querido! Uma grande frase que me marcou muito no livro: "Todos os homens têm a sua loucura, mas a maior loucura me parece que é não ter nenhuma".

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