A árvore e a fogueira apresentam, encerrada no próprio título, uma dualidade. Dualidade esta, que encontramos na vida. No cotidiano da existência de cada um. A dor, o amor, a felicidade, as adversidades que surgem como provação de passarmos incólume enquanto vida. Somos iguais, considerando as diferenças, somos livres, considerando a consciência, e a humanidade, ao apresentar-se fraternalmente exige o exercício poético de aliar a emoção em equilíbrio com a razão.
