Hoje, a leitura de um autor que afirmava preferir " ser um homem de paradoxos a ser um homem de preconceitos" continua pelo menos a nos provocar, mesmo quando seu pensamento não nos convence de imediato. Embora tenha sido acusado de todos os males por seus adversários, de lhe serem atribuídas as influências mais variadas como Resolução Francesa, o romantismo, o totalitarismo, a democracia participativa, a ecologia - só para citar algumas -, o pensamento do Cidadão de Genebra pode nos ajudar principalmente a refletir sobre a liberdade, seja a liberdade da criança , do indivíduo ou do cidadão, pois para le aquele que renuncia á sua liberdade, seja a liberdade da criança , do indivíduo ou do cidadão, pois para ele aquele que renuncia á sua liberdade renuncia " á sua qualidade de homem, aos direitos da humanidade, até mesmo aos seus deveres". Como se um pensamento dessa amplitude precisasse de paciência para se fazer entender, de que só a história é capaz, Rousseau é nosso contemporâneo na contínua tarefa de pensar a política. '