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    O Caso Lerouge - I (Coleção Saraiva #157) - L´Affaire Lerouge

    Émile Gaboriau

    Livraria Saraiva
    1961
    204 páginas
    6h 48m
    ISBN-1: 0
    Português Brasileiro
    3.7
    3 avaliações
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    [L'Affaire Lerouge I e II (publicado conjuntamente a "Il dramma d'Orcival" na edição italiana] É um romance de 1866, elaborado a partir do folhetim publicado em 1863 pelo jornalista e escritor francês Émile Gaboriau (1832-1873); reputado como um dos marcos iniciais e exemplo da criação do romance de ficção e mistério policial: o protagonista, l'enquêteur Monsieur Lecoq, é explicitamente mencionado por Sir Arthur Conan Doyle nas Aventuras de Sherlock Holmes. [O Caso Lerouge de Émile Gaboriau foi publicado em 2 volumes de bolso pela Livraria Editora Saraiva em Julho de 1961]. ==== Inspirée d’une affaire criminelle qui défraya la chronique, "L’Affaire Lerouge" est le premier roman «judiciaire» français. Son auteur, Émile Gaboriau, élabore une intrigue policière à la construction astucieuse, doublée d’une histoire amoureuse. Arthur Conan Doyle, autre père du roman policier, était un grand lecteur et admirateur de Gaboriau. Il reconnaîtra d’ailleurs volontiers l’influence de Tabaret et de Lecoq sur la création de son héros mythique, Sherlock Holmes. [Résumé]: Une femme d’une cinquantaine d’années, la veuve Lerouge, est retrouvée sauvagement assassinée dans sa maison. Tous les indices conduisent à un jeune homme de bonne famille : les preuves matérielles sont accablantes. L’assassin paraît tout désigné et l’affaire bouclée, quand le doute s’immisce dans l’esprit de l’un des enquêteurs, le père Tabaret. Certains faits le poussent à envisager le meurtre sous un autre angle, et ses découvertes réserveront bien des surprises aux lecteurs.

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    lila . picture
    lila .13/07/2025Resenhou um livro
    5 (Perfeito)

    Método da Indução

    Para o primeiro livro, do segundo detetive da literatura Monsieur Lecoq, ele nem aparece! O caso é resolvido por seu tio Tabaret, policial amador (por paixão) que tem seu próprio método de investigação: com base nos poucos fatos que sabe, cria toda uma história de como o caso ocorreu, e depois investiga até que encontre provas para a sua história ser comprovada verdadeira. (???) O caso é bem interessante e a melhor parte é vomo todos os personagens de alguma forma estão ligados no mesmo caso envoltos no mesmo drama. Adorei. Mas o detetive é bem questionável assim como seu método.

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    Émile Gaboriau profile picture

    Émile Gaboriau

    Émile Gaboriau adquiriu prática em diferentes oficios e trabalhos: atendente (clerc) num escritório de advocacia, hussardo na África, por sete anos, alistado na cavalaria como 'chef d'écurie', rescindiu seu contrato para voltar a Paris, onde ganhava a vida redigindo "crônicas" até ser empregado por Paul Féval que o incluiu no mundo do Jornalismo. Dentre os personagens criados pelo autor (em folhetim) destacou-se "l'agent de la sécurité Lecoq" que vai se tornar um célebre Comissário de Polícia na tradição dos romances de mistério. Inspirado, sem dúvida, pelo "chef de la Sûreté" François-Eugène Vidocq — que já tinha servido a Balzac na criação de "Vautrin" e a Edgar Poe na invenção de "Dupin" — exemplo de detetive genial que não hesita em recorrer a disfarces e trocas de identidade não-ortodoxas para resolver os enigmas e casos investigados... Esse personagem, o investigador Monsieur Lecoq de Le Crime d'Orcival, foi citado por Arthur Conan Doyle nas Aventuras de Sherlock Holmes. E, provavelmente, também foi uma referência para Maurice Leblanc nas "Aventures Extraordinaires d'Arsène Lupin" e, para Georges Simenon, nas 'analyses psychologiques très fines' de Jules Maigret. Gaboriau desenvolve suas intrigas em ambientes sociais marcados por certo realismo num estilo que já foi descrito como "naturalista" e é, por sua vez, tributário de Edgar Allan Poe nos casos de C. Auguste Dupin: "The Murders in the Rue Morgue"” (1841),"The Purloined Letter" (1845) e também em "The Mystery of Marie Roget" (1845). Edgar Allan Pöe, sempre um leitor curioso, possivelmente conhecia o mistério policial de E.T.A. Hoffmann, "Mademoiselle de Scudéri" (1819), considerado marco inicial da "Golden Age of Detective Fiction" — em inglês ('an era of classic murder mystery novels produced by various authors, all following similar patterns and style': Mlle de Scudery, a kind of 19th-century Miss Marple, establishes the innocence of the police's prime suspect in the murder of a jeweller, is sometimes cited as the first detective story and a direct influence on Edgar Allan Poe's later 1841 short story, "The Murders in the Rue Morgue", featuring the literary sleuth C. Auguste Dupin. Some years later, in 1868, Wilkie Collins wrote "The Moonstone" — "A Pedra da Lua" na Coleção Ficção, Fantasia, Aventura da Ed. Record: Wilkie Collins (segundo T.S. Elliot) escreveu a primeira, a mais longa e a melhor história das modernas histórias de detetive inglesas ao "fazer a ponte" entre a literatura folhetinesca de aventura e um novo gênero que, sem saber, começava a ser inventado: o romance policial. Um grande livro de mistério que leva os leitores de exóticos templos indianos aos mais elegantes salões ingleses na pista de um preciosíssimo diamante — a Pedra da Lua — que, supostamente, carrega uma grande maldição de desgraças, assassinato e morte).

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    Poitou-Charentes, França

    Émile Gaboriau